Rafael Sperafico

RAFAEL SPERAFICO
(26 anos)
Piloto Automobilístico

* Toledo, PR (22/04/1981)
+ São Paulo, SP (09/12/2007)

Era primo dos também pilotos e irmãos Ricardo Sperafico e Rodrigo Sperafico.

Em 18 anos de automobilismo, o piloto paranaense começou no Kart, correu pela Fórmula 3000 Européia e na Copa Renault Clio de 2006. 2007 foi seu ano de estréia na categoria Stock Car.

Automobilismo no Sangue

Rafael integra o Clã Sperafico, tradicional família de Toledo, que tem 10 pilotos na família. Além do automobilismo, Rafael jogava futebol como lazer. Chegou a ser convidado por clubes profissionais no final da década de 90 para integrar equipes de base, mas ele preferiu o automobilismo, seguindo sua carreira no Kart.

Em 2000 foi para os Estados Unidos disputar a Barber Dodge. Em 2003 disputou o Campeonato Europeu de Fórmula 3000 e no final da temporada decidiu abandonar as pistas para dedicar-se aos estudos. Em 2006 retornou às pistas, quando disputou a Copa Renault Clio e venceu a etapa de Campo Grande). Em 2007 passou a competir na Stock Car Light, quando também venceu a etapa de Campo Grande. Seu objetivo era ingressar na Stock Car V8 ou na Fórmula Truck em 2008.

Família de Pilotos

A história da família Sperafico no automobilismo começa em 1973, com Dilso Sperafico, que disputou o Brasileiro de Super Vê, competindo contra feras como Nelson Piquet, Alfredo Guaraná Menezes, Alex Dias Ribeiro, entre outros.

No início dos anos 80 vieram Milton Sperafico (Irmão de Dilso) e Eloi Sperafico (Sobrinho de Milton e Dilso). No final da década de 80 surgiram Fabiano Sperafico (Irmão de Elói) e os gêmeos Ricardo Sperafico e Rodrigo Sperafico (Filhos de Dilso).

No final dos anos 90, mais dois membros do clã iniciam no automobilismo: Rafael Sperafico (Sobrinho de Dilso e Milton) e Guilherme Sperafico (Filho de Milton). O nono membro do clã é Alexandre Sperafico (Sobrinho de Dilso e Milton) e o décimo é Arlei Sperafico Pisoni, que se dedica ao Motocross no Mato Grosso do Sul.

Morte

Rafael Sperafico tentava ultrapassar Alexandre Cunha, escapou na subida do Café, seu carro foi na grama e bateu na proteção de pneus, retornando para a pista, quando foi atingido pelo carro de Renato Russo. Com a pancada, o carro desintegrou-se e apesar de atendimento médico rápido pela equipe da prova, que tentaram reanimá-lo, Rafael veio a falecer com Traumatismo Craniano-Encefálico profundo e Parada Cardiorrespiratória. Renato Russo também teve Traumatismo Craniano e recuperou os sinais vitais, sendo encaminhado para o Hospital São Luiz, no bairro Morumbi, na capital paulista.

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