Lorico

JOÃO FARIAS FILHO
(70 anos)
Jogador de Futebol

* Santos, SP (10/12/1940)
+ Santos, SP (20/12/2010)

Foi um futebolista brasileiro que atuava como volante. Iniciou sua carreira na Briosa em 1959. Já em 1960, foi negociado com o Vasco da Gama.

No ano de 1966, de volta ao futebol paulista defendendo a Prudentina, atuou no Campeonato Estadual formando um meio-campo invejado por muitos ao lado de Capitão.

Um ano depois, segue para a Portuguesa, aonde permaneceu até o ano de 1972, mais especificamente no dia 13 de setembro quando foi dispensado pelo então presidente da Lusa o senhor Oswaldo Teixeira num dos episódios mais marcantes da história do clube quando, numa partida válida pelo Campeonato Brasileiro, a Portuguesa foi derrotada pelo Santa Cruz, por 1 a 0, no Parque Antártica. O presidente ficou tão irritado com a atuação da equipe, que dispensou seis jogadores do elenco, dentre eles Lorico. Devido à esta atitude do presidente, o episódio ficou marcado para sempre como "A Noite do Galo Bravo".

Depois da Lusa, Lorico passou ainda pelo Noroeste , de1973 a 1976, até chegar, aos 36 anos de idade, ao Botafogo-SP e presenciar o surgimento do craque Sócrates que sempre deixou claro o quanto Lorico o influenciou em seu comportamento dentro dos gramados no início de sua carreira.

No ano de 1978, ainda atuando pelo Pantera de Ribeirão Preto, Lorico encerra a sua carreira de atleta profissional.

Morte

No dia 20 de dezembro de 2010, aos 70 anos de idade, Lorico faleceu vítima de complicações devido a um câncer de próstata. Sua morte ocorreu mais precisamente às 19 horas, no hospital Ana Costa em Santos, cidade onde nasceu.

Lorico deixou sua esposa, uma filha, uma neta e foi sepultado no cemitério Memorial perto do bairro onde morou os seus últimos anos de vida, o Marapé.

Fonte: Wikipédia

Um comentário:

  1. Quando jogava no Botafogo de Ribeirão Preto, morava em Ribeirão e era botafoguense. Lorico e Wilson Campos eram os mais velhos do Pantera que tinha um belíssimo elenco.
    Num jogo Come-Fogo contra o Comercial também de Ribeirão, ele foi substituído mas foi com os reservas no bando, ficou à beira da tela assistindo o jogo, daí olhou para nós, torcida do Pantera, pediu um cigarro, agradeceu e voltou ao local que estava, dando belas tragadas. Na época - 1997 - era normal fumarem. Era um peça rara, além de bom jogador.

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