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Marcelo Rezende

MARCELO LUIZ REZENDE FERNANDES
(65 anos)
Jornalista, Repórter e Apresentador de Televisão

☼ Rio de Janeiro, RJ (12/11/1951)
┼ São Paulo, SP (16/09/2017)

Marcelo Luiz Rezende Fernandes foi um jornalista, repórter e apresentador de televisão brasileiro, nascido no Rio de Janeiro, RJ, no dia 12/11/1951.

São de sua autoria algumas das reportagens investigativas de maior impacto exibidas pela TV Globo na década de 1990, como a denúncia das sessões de espancamento e assassinato de moradores da Favela Naval, em Diadema, por integrantes da Polícia Militar de São Paulo.

Mesmo não tendo formação acadêmica superior, destacou-se no jornalismo trabalhando nas redações das maiores organizações de mídia do país, como Grupo Globo, Record e Editora Abril.

A descoberta do jornalismo ocorreu de forma inusitada para o jovem carioca de classe média baixa que não queria estudar e virou hippie na Bahia. Marcelo Rezende tinha 17 anos, matriculado em um curso técnico de mecânica, foi visitar a redação do Jornal dos Sports no Rio de Janeiro, com o primo Merival Júlio Lopes, que trabalhava lá. No local, se ofereceu para ajudar um senhor que datilografava uma relação de clubes de várzea. Ele era diretor do jornal, que convidou Marcelo Rezende para estagiar. No Jornal dos Sports Marcelo Rezende ficou até os 19 anos.

"Volta para a mecânica, você não leva o menor jeito para ser jornalista, não presta atenção em nada", disse seu chefe. De muitas amizades, conseguiu rapidamente uma recolocação, na Rádio Globo, e logo depois, em 1972, foi convidado para trabalhar como copidesque no jornal O Globo, tendo a oportunidade de aproximar-se do ídolo Nelson Rodrigues e trabalhar com o colega Tim Lopes.


Depois de sete anos em O Globo, ele foi convidado para a mais importante publicação da área de esportes, a revista paulistana Placar, da Editora Abril. Ficou nas reportagens daquela redação por oito anos e meio, cobrindo inclusive a Seleção Brasileira em duas Copas do Mundo. Registro raro é sua participação no programa "Roda Viva", da TV Cultura, onde Ayrton Senna era o entrevistado e Marcelo Rezende, um dos entrevistadores convidados.

Em 1987, o repórter chegou à televisão, na área de esportes da TV Globo. Cobriu os clubes do Rio de Janeiro e participou das transmissões dos jogos, por exemplo, a Copa América de 1989, na equipe de Galvão Bueno e Chico Anysio. A diretora-executiva de jornalismo Alice-Maria e o diretor-geral, Armando Nogueira, tinham outros planos e ele foi transferido para a editoria "Geral". A primeira cobertura policial foi o assassinato de um dos empresários mais ricos do Rio de Janeiro, José Carlos Nogueira Diniz Filho. Foi onde o instinto investigativo de repórter apareceu. Mas continuou na "Geral", fazendo fontes.

Marcelo Rezende participou da transmissão do festival de música Rock In Rio, fez reportagem sobre a primeira rede de telefonia celular do Brasil e participou da cobertura do funeral de Ayrton Senna, em São Paulo.

Seu pai era diretor de uma unidade para menores infratores e depois se tornou coordenador de uma escola, que era chamada de "Serviço Assistencial ao Menor". Foi nesse ambiente e convívio social que se apresentaria em reportagens investigativas e coberturas jornalísticas: A prisão dos sequestradores do empresário Roberto Medina, a busca ao paradeiro de PC Farias, o crescimento e as invasões do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, a indústria da pirataria fonográfica chinesa e a corrupção na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Favela Naval - Divisor de Águas nos Direitos Humanos

Em 1997, o caso dos dez policiais flagrados por cinegrafista amador torturando e atirando em pessoas durante operações na Favela Naval, em Diadema, SP, virou um marco em sua carreira. A TV Globo descreve no site Memória Globo que a reportagem, "pelo seu impacto e repercussão (inclusive internacional) entraria para a história da Globo e do jornalismo brasileiro".

As gravações ocorreram nos dias 3, 5 e 7 de março de 1997, e transmitidas no Jornal Nacional em 31 de março daquele ano, com a advertência do apresentador William Bonner ao público das cenas que seriam mostradas:

"O motorista de um dos automóveis é esbofeteado e levado para trás de uma parede por um dos policiais. Os outros conversam tranquilamente enquanto se ouvem os gritos de súplica do rapaz que é espancado. Outro trecho mostra que o policial espancador chama o colega e, em seguida, dispara um tiro. Os dois PMs então se afastam e um deles guarda a arma e ri. A gravação também mostrava o assassinato do passageiro de um carro."

Após a reportagem de Marcelo Rezende foi lido um editorial da emissora. Do recebimento da fita e a exibição, Marcelo Rezende levou cinco dias confirmando a veracidade da história. Ele montou uma equipe com 13 profissionais, que o ajudaram nas investigações. Além de várias testemunhas, localizaram o homem que dirigia o carro no qual foi assassinado o mecânico que estava de férias e fora visitar um amigo.

Marcelo Rezende e sua equipe de reportagem também descobriu que, nos meses que antecederam o caso, dezenas de denúncias já haviam sido encaminhadas às autoridades, mas que não tomaram nenhuma providência.

O Caso Favela Naval é considerado um divisor de águas na questão dos direitos humanos no Brasil, que passou a ser disciplina obrigatória para formação de policiais, além da criação pelo Governo Federal da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos.

Marcelo Rezende quando apresentava o programa "Linha Direta"
Linha Direta - Violência Simulada e Em Suspense na TV

Em 1999, no programa "Linha Direta", horário nobre da TV Globo, Marcelo Rezende iniciou seu percurso como apresentador, sendo um dos criadores da nova versão do programa. Ele permaneceu na função apenas na primeira temporada. O programa de suspense e mistério tinha oficialmente o objetivo de combater a impunidade ao destacar casos que tivessem transitado na justiça e sido julgados, com condenados foragidos, e por meio das simulações de crimes dramatizados por atores, com base no inquérito, no processo e no depoimento de amigos e familiares.

Marcelo Rezende trabalhou sete meses montando uma equipe de 50 profissionais, entre os quais 20 jornalistas, e contou com o apoio do centro de documentação da emissora e da Central Globo de Produção, na responsabilidade do diretor Roberto Talma.

"Linha Direta" foi um grande sucesso, com dezenas de denúncias diárias para a emissora e autoridades contra criminosos procurados pela justiça por crimes de assassinato, estupro e sequestro. Meses antes da estreia, uma espécie de piloto (programa teste) do "Linha Direta" foi exibido no "Fantástico", com uma entrevista exclusiva do Maníaco do Parque, com trilha de suspense e análises de psicólogos e até astrólogos.

No ano de 2010, na TV Bandeirantes, Marcelo Rezende apresentou o "Tribunal na TV", semelhante ao "Linha Direta" por causa das dramatizações de histórias, mas desta vez somente do ponto de vista do judiciário. O cenário era similar a um tribunal e não tinha o objetivo de encontrar fugitivos.

Cidade Alerta - Jornalismo Policial, Opinativo e Informal

Depois de deixar a TV Globo, em 2002, Marcelo Rezende passou por três emissoras: TV Record, Band e RedeTV!, onde apresentou o telejornal "RedeTV! News" e ficou por dois anos como apresentador do formato mais tradicional de telejornalismo.

No programa "Cidade Alerta", da TV Record, ele conseguiu se manter na televisão e popularizar-se até entre jovens com bordões como "Corta pra mim!" e "Bota exclusivo, minha filha, dá trabalho pra fazer!".

Por reestruturação na programação da TV Record, a primeira passagem dele pelo programa foi curta, entre 2004 e 2005. A segunda iniciou em junho de 2012 e desde então, ao lado do colega, comentarista de segurança, Percival de Souza, deu um novo tom ao formato, inédito nesse tipo de programa de rede nacional: Intercalou as notícias de violência cotidiana com falas irônicas e brincadeiras com integrantes do programa, inclusive dos bastidores. A iniciativa é justificada pela longa duração na programação da TV Record, onde a transmissão chegou a ter quase 4 horas diariamente.

Fundamental, na estratégia de audiência do canal para o fim de tarde e começo da noite, o novo formato do "Cidade Alerta" alcançou altos índices de audiência, sempre com dois dígitos de pontos no Ibope, tendo seu auge nos anos de 2013 e 2014.

Foi destacada a apresentação de Marcelo Rezende na cobertura da histórica onda de protestos pelo país, em junho de 2013, que aconteciam no horário em que o programa era exibido. A adrenalina do "ao vivo" diário atrelada à forte personalidade do jornalista o fez soltar declarações polêmicas no ar: Demonstrar apoio às manifestações populares aqui citadas, ser contra a Reforma Previdenciária do Governo Temer e ser favorável à pena de morte para crimes graves e à diminuição da maioridade penal.

Marcelo Rezende e a namorada Luciana Lacerda
Vida Pessoal

Marcelo Rezende é pai de quatro filhas e um filho, com idades de 15 a 40 anos, todos de 5 mulheres diferentes e foi casado durante 19 anos. Ele tem dois netos, um irmão não biológico e uma prima como colega de trabalho, a repórter Adriana Rezende, da TV Record. Marcelo Rezende afirmava crer em Deus e que não seguia nenhuma religião.

Doença

Em 14/05/2017, a TV Record exibiu uma entrevista de Marcelo Rezende para o programa "Domingo Espetacular" em que revelou o diagnóstico, semanas antes, de câncer pancreático com metástase no fígado. Ele demonstrou fé, pediu energia do público e anunciou seu afastamento temporário do trabalho para fazer o tratamento.

Desde então, e como forma de combater notícias falsas na internet sobre seu estado de saúde, ele utiliza suas redes sociais para divulgar videos informando sua luta contra a doença, tal quando declarou fazer um retiro espiritual.

Morte

Marcelo Rezende morreu no sábado, 16/09/2017, às 17h45 aos 65 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos em consequência de um câncer.

Marcelo Rezende foi diagnosticado no início do ano de 2017 com câncer no pâncreas com metástase no fígado. Ele se afastou do comando do programa "Cidade Alerta", da TV Record, para fazer o tratamento de quimioterapia. Ele estava internado no Hospital Moriah, na Zona Sul de São Paulo.

Em um vídeo postado no dia 03/09/2017, Marcelo Rezende falou sobre os altos e baixos do tratamento contra o câncer.
"O que eu tenho, a doença que eu tenho, o câncer que eu tenho, tem altos e baixos, é como uma montanha-russa. Uma hora eu to lá em cima, outra hora eu to lá embaixo. O mais importante é que eu estou firme e estar firme é aqui, onde a mente funciona. E eu estou firme para enfrentar os baixos, até chegar o momento em que o alto vai deslizar e aí a cura vai chegar. E eu tenho certeza dela porque Deus está comigo, Deus está contigo!"

Premiações

1994 - Festival de Filme e Televisão de Nova York
  • Diploma de Honra ao Mérito - Trabalho do Menor: Globo Repórter

1998 - Troféu APCA - Telejornalismo
  • Violência Policial em Diadema

1998 - Prêmio Líbero Badaró
  • Violência Policial em Diadema

Livro
  • 2013 - Corta Pra Mim: Os Bastidores das Grandes Investigações


Marcelo Rezende e Percival de Souza - Programa "Cidade Alerta"
Programas
  • 1987 - 1990 - Globo Esporte (TV Globo, Repórter)
  • 1990 - 1999 - Fantástico (TV Globo, Repórter)
  • 1990 - 1999 - Globo Repórter (TV Globo, Repórter)
  • 1990 - 1999 - Jornal Nacional (TV Globo, Repórter)
  • 1999 - 2000 - Linha Direta (TV Globo, Apresentador)
  • 2002 - 2004 - Repórter Cidadão (RedeTV!, Apresentador)
  • 2004 - 2005 - Cidade Alerta (TV Record, Apresentador)
  • 2006 - 2008 - RedeTV! News (RedeTV!, Apresentador)
  • 2010 - Tribunal Na TV (Bandeirantes, Apresentador)
  • 2010 - 2011 - Domingo Espetacular (TV Record, Repórter Especial)
  • 2011 - 2012 - Repórter Record (TV Record, Apresentador)
  • 2012 - 2017 - Cidade Alerta (TV Record, Apresentador)

Fonte: Wikipédia

Barros de Alencar

CRISTÓVÃO BARROS DE ALENCAR
(84 anos)
Cantor, Compositor, Radialista e Apresentador de Televisão

☼ Uiraúna, PB (05/08/1932)
┼ São Paulo, SP (05/06/2017)

Cristóvão Barros de Alencar, conhecido artisticamente por Barros de Alencar, foi um cantor, compositor, radialista e apresentador de televisão brasileiro, nascido em Uiraúna, interior da Paraíba, no dia 05/08/1932.

Começou sua carreira como radialista, quando trabalhou em Campina Grande, na Rádio Borborema. Em busca de novos horizontes, viajou pelas capitais brasileiras, dentre elas Recife, Fortaleza, Belo Horizonte e São Paulo.

Em 1960, na capital paulista, conseguiu um lugar ao sol, passando a fazer parte da Rádio Tupi, Rádio Record e Rádio América, tocando principalmente os sucessos da Jovem Guarda.

Em 1966 lançou seu primeiro compacto simples pela gravadora Chantecler (C-33-6209) com as músicas "Agora Sim", versão de "Adesso Sì" (Sergio Endrigo) e "Não Vá Embora", versão de "Tu Me Plais Et Je T'aime" (J. L. Chauby e Bob Du Pac).

Em 1968 lançou o compacto simples com a música "Não Me Peça Um Beijo" (Antônio Marcos e Mario Marcos).

Em 1971 lançou um compacto simples com as músicas "Não Posso Mais Viver Sem Ti" e "Ana Cristina", ambas de sua autoria.

Orlando Alvarado e Barros de Alencar
Em 1972 fez sucesso com a balada "Meu Amor (Monia)" (D. Finado, Jager e Vidalin), com versão de Sebastião Ferreira da Silva, incluída no LP "Os Grandes Sucessos da RCA Candem", que contou com a presença de nomes como Martinho da Vila, Nelson Gonçalves Carmen Silva. No mesmo ano outra gravação sua, "Não Me Peça Um Beijo (Porque Vou Chorar)", foi incluída no LP "Os Grandes Sucessos Volume 2" da mesma gravadora.

Em 1973 lançou LP pela RCA Victor, interpretando composições românticas como a clássica balada "Quem É" (Osmar Navarro e Oldemar Magalhães), "Todas As Crianças Para Sempre Crianças" (Eduardo Araújo), "Volta Ao Tempo Antigo" (Marcos Roberto e Dori Edson), "Aniversário Do Meu Bem" (Celso Castro), além de versões suas para quatro músicas estrangeiras, "Por Toda a Vida (For The Good Times)" (K. Kristofferson), "Bem Perto De Ti (Pequeña Mariposa)" (Joseph), "O Maior Amor Do Mundo (Le Premier Amour Du Monde)" (D. R), "Noites (Nachts)" (F. Berlipp e B. Tilgert), entre outras. No mesmo ano, participou do LP "Os Grandes Sucessos Volume 3", da RCA Camden, interpretando a música "Volte Querida (Honey Come Back)" (J. Webb) e versão de Sebastião Ferreira da Silva.

Em 1974 participou de duas coletâneas, "Os Grandes Sucessos Volume 4", da RCA Camden, com a música "Meu Amor é Mais Jovem Do Que Eu", e do LP "Canções Para Dizer Te Amo", da RCA Victor, interpretando a balada "Namorados", música que também foi incluída no LP "Parada Nacional de Sucesso" da Som Livre.


Em 1975 gravou em LP as músicas "A Menina Que Cresceu" (Tony Damito e César), "Dois Corações Apaixonados" (Tony Damito e César), "Tem Que Ser Assim" (Peninha), "Eu Sinto Pena De Você" (Donizette e Jean Pierre), "Emanuela (Emmanuelle)" (P. Bachelet e H. Roy), versão de Barros de Alencar, trilha de um famoso filme da época, "Champagne" (Di Francia e S. Jodice), com versão de Agnaldo Timóteo, "Soleado (O Sermão da Montanha)" (Zacar), com versão de Barros de Alencar, "Você Não Tem Sensibilidade" (Osmar Navarro), entre outras.

Ainda nesse ano de 1975 participou de quatro coletâneas de sucessos, "Natal Com Cristo - Ano Novo Com Amor", da RCA Camden, interpretando o poema "Soleado (O Sermão Da Montanha)". As outras três participações foram em LPs da RCA Victor: "Canções Para Dizer Te Amo Volume 2", em que interpretou "Prometemos Não Chorar", "Fantásticos Volume 3" cantando "Prometemos Não Chorar" "Fantásticos Volume 4" cantando "Natali" (Minellomo e Balsamo), com versão de Jean Pierre.

Em 1976 participou da série "Fantásticos Volume 5", da RCA Victor, com a guarânia "Os Homens Não Devem Chorar (Nova Flor)" (Mário Zan e Palmeira). Participou, ainda no mesmo ano do LP "Saudade Jovem Nacional Volume 2", da RCA Camden, com a música "Olhos Tristes".

Em 1977 no LP "Globo de Ouro Volume 3", da Som Livre, foi incluída sua interpretação para a guarânia "Quero Beijar-te As Mãos" (Arsênio de Carvalho e Lourival Faissal).


Em 1978 gravou, pela RCA Victor, as músicas "Por Mais Que Eu Tente" (Odair José e Maxine), "Noite Sem Ti" (Marcos Lago e Dino Rossi), "Ansiedade" (José Enrique Sarabia Rodriguez), versão de Palmeira, "Volta Amor" (Romeo Nunes e Carlito), "Rosa Mulher" (Osmar Navarro e Arthur Moreira), "Rio Amargo" (Roberto Uballes, Cholo, AguirreOsmar Navarro) e "Meu Caminho" (Maxcilliano e Paulinho Camargo).

Em 1979, lançou o LP "Sentimental", no qual interpretou, entre outras, as músicas "Amanhã o Que Será (Adios)" (Juan Pardo) e versão de Osmar Navarro, "Na Areia" (Lindomar Castilho, Ronaldo Adriano e C. Mendes), "Apenas 3 Minutos" (Barros de Alencar e Ivan), "Herança De Um Grande Amor" (Osmar Navarro e Arthur Moreira) e "Antes Mal Acompanhado Do Que Só" (Osmar Navarro e Arthur Moreira). Nesse ano, no LP "As campeãs da volta do sucesso", da gravadora Seta, que incluiu gravações de Diana, Joelma, Wanderley Cardoso, Jerry Adriani, dentre outros, foi incluida a sua interpretação de "Prometemos Não Chorar" (Barros de Alencar).

Na década de 80, apresentou na Rádio Tupi de São Paulo o programa "Só Sucessos". Apresentou na TV Record o "Programa Barros de Alencar" de 1982 a 1986, no qual ficou famoso com o bordão: "Alô mulheres, segurem-se nas cadeiras. Alô marmanjos, não façam besteiras!" e ganhou audiência com o Concurso Michael Jackson onde elegeu a garota Lúcia Santos, a Maika Jeka como carinhosamente a chamava, melhor imitadora do cantor.

Ainda nos anos 1980, sua interpretação para "A Primeira Carta" foi incluída na coletânea "Astros do Disco", da gravadora RCA Victor.

Barros de Alencar apresentou nas madrugadas da CNT do Rio de Janeiro, o programa "CD na TV".

Barros de Alencar afastou-se do rádio após passar por uma delicada cirurgia na garganta.

Morte

Barros de Alencar faleceu na madrugada de segunda-feira, 05/06/2017, aos 84 anos, em um hospital do bairro da Mooca, em São Paulo, onde estava internado com problemas cardíacos.

Na manhã do dia 05/06/2017, o radialista Kaká Siqueira, locutor da Tropical FM 107,9 - SP, afirmou que Barros de Alencar entrou em coma no domingo, 04/06/2017. "Ele estava com o coração bem fraquinho", afirmou Kaká Siqueira, que relembrou ainda o período em que o amigo passou por problemas nas cordas vocais e precisou passar por uma cirurgia.

O sepultamento ocorreu às 13h30, no Cemitério Primavera em Guarulhos, Grande São Paulo.

Discografia

  • 1968 - Compacto Simples
  • 1970 - Compacto Duplo (RCA Victor, LCD-1224)
  • 1971 - A Canção Anti-Tóxico / Não Lhe Quero Mais (Compacto Simples)
  • 1971 - Não Posso Mais Viver Sem Ti / Ana Cristina (Compacto Simples)
  • 1973 - Barros de Alencar (RCA Victor, LP)
  • 1975 - Barros de Alencar (RCA Victor, LP)
  • 1977 - Disco de Ouro (RCA Victor, LP)
  • 1978 - Barros de Alencar (RCA Victor, LP)
  • 1979 - Sentimental (RCA Victor, LP)
  • 1980 - Compacto Duplo (RCA Victor, 102.0282)
  • 1980 - A Primeira Carta / Um Amor Imenso (Compacto Simples)
  • 1981 - Falando de Amor Volume 2 (EP)
  • 1998 - Grandes Sucessos (LP)

Ademar Silva

ADEMAR MARQUES RATAIESKY
(71 anos)
Cantor, Compositor, Acordeonista e Apresentador

☼ São Lourenço do Sul, RS (15/11/1943)
┼ Pelotas, RS (13/04/2015)

Ademar Marques Rataiesky, artisticamente conhecido como Ademar Silva, foi um cantor, compositor e acordeonista brasileiro, nascido em São Lourenço do Sul, RS, no dia 15/11/1943.

Ainda adolescente tirava na harmônica solos de músicas de seu compositor favorito, Pedro Raymundo

Ademar Silva iniciou sua carreira aos 15 anos como acordeonista, o primeiro a acompanhar o cantor Teixeirinha, com quem tocou no Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina. Em carreira solo fez grande sucesso com quase 55 anos de carreira.

Em 1961 gravou pela Philips "Gaúcho Forasteiro" (Ademar Silva e Leopoldo) e "Oito de Maio" (Ademar Silva e Pinheiro).

Em 1962 lançou pela Philips "O Amor Que Eu Sonhei" (Ademar Silva e Leopoldo) e "Homenagem ao Papai" (Ademar Silva e Leopoldo).


Em 1963 gravou pela RCA as toadas "Leva Eu, Sodade" (Tito Neto e Alventino Cavalcânti) e "Chuva do Bem" (Demóstenez Gonzales). 

Em 1968, lançou "Rei dos Pampas" (Raul Torres). Gravou também "Vida Triste" (Piraci e Lourival dos Santos).

Apresentou-se em emissoras de rádio e de TV, circos, boates e teatros de diversos estados do Brasil.

Em 1975, gravou um LP pela Tropicana. Destacaram-se nesse LP as músicas "Saudades de Porto Alegre" (Roberto Stanganelli e Paraguassu), "Felicidade" (Lupicínio Rodrigues), "Velhas Cartas" (Tonico, Tinoco e Zé Paioça) e "Sortes Iguais", de sua autoria.

Entre 1975 e 1982, gravou quatro LPs pela Chantecler. Gravou, ainda, diversos discos pelas gravadoras PolyGram, Continental e Solo Livre.

Ao longo de sua carreira, Ademar Silva gravou cerca de 600 músicas e cantou em mil shows.

Morte

Ademar Silva faleceu na segunda-feira, 13/04/2015, retornando para Pelotas, vítima de infarto do miocárdio, após fazer um show no município de Veranópolis, no Rio Grande do Sul.

Discografia
  • [S/D] - Saudade da Querência (Alvorada, LP)
  • 1996 - Ademar Silva (USA Discos, LP)
  • 1995 - Ademar Silva (Solo Livre, LP)
  • 1990 - Ademar Silva (Discoteca Gravações, LP)
  • 1986 - Ademar Silva (Continental, LP)
  • 1985 - Ademar Silva (PolyGram, LP)
  • 1984 - Ademar Silva (PolyGram, LP)
  • 1983 - Ademar Silva (PolyGram, LP)
  • 1982 - Ademar Silva (Chantecler, LP)
  • 1981 - Ademar Silva (Disco Tiaraju, LP)
  • 1977 - Ademar Silva (Chantecler, LP)
  • 1976 - Ademar Silva (Chantecler, LP)
  • 1975 - Ademar Silva (Tropicana, LP)
  • 1968 - Ademar Silva (Chantecler, LP)
  • 1963 - Leva Eu, Sodade / Chuva do Bem (RCA Candem, 78)
  • 1962 - O Amor Que Eu Sonhei / Homenagem Ao Papai (Philips, 78)
  • 1961 - Gaúcho Forasteiro / Oito de Maio (Philips, 78)
  • 1960 - Ademar Silva (Phillips, LP)

Indicação: Miguel Sampaio

Goulart de Andrade

LUÍS FILIPE GOULART DE ANDRADE
(83 anos)
Jornalista e Apresentador de Televisão

☼ Rio de Janeiro, RJ (06/04/1933)
┼ São Paulo, SP (23/08/2016)

Luís Filipe Goulart de Andrade foi um apresentador de televisão e jornalista brasileiro nascido no Rio de Janeiro, RJ, no dia 06/04/1933.

Com mais de 80 anos, permaneceu ativo até a data de sua morte, como jornalista e comandando o programa "Vem Comigo" na TV Gazeta. O nome de seu último programa era inspirado em seu tradicional bordão, dito ao iniciar uma reportagem.

De tradicional família alagoana, é filho do funcionário público Flávio Goulart de Andrade, antigo diretor do Senado Federal, e da cantora Elisinha Coelho. Seu avô paterno era o jornalista e senador por Alagoas, Eusébio Francisco Goulart de Andrade. O escritor José Maria Goulart de Andrade era seu tio-avô, e a cantora e atriz Carmen Miranda foi sua madrinha de batismo.

Goulart de Andrade iniciou sua carreira na antiga TV Rio, em 1955, no programa "Preto no Branco". Produziu e dirigiu os mais variados programas desde então, em praticamente todas as emissoras brasileiras, com destaque para o "Brasil 63", de Bibi Ferreira, na TV Excelsior, e as fases iniciais do "Fantástico" e do "Globo Repórter", na década de 70.

Em 1978 criou o programa "Plantão da Madrugada", na Rede Globo, que, depois de seu desligamento da emissora, seria recriado pela sua produtora e exibido em várias emissoras, com o nome de "Comando da Madrugada", depois renomeado "Comando da Noite", devido à mudança de horário, em 2007.


Em 1982 deixou a Rede Globo e assinou contrato com a Rede Bandeirantes para apresentar o "Comando da Madrugada", que ficaria na emissora até dezembro de 1985, quando Goulart de Andrade é contratado pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), de Sílvio Santos.

Sua produtora independente, a Produtora Goulart de Andrade, também criaria outros programas de reportagem, como "23ª Hora" (Gazeta, 1983-1984), "Eu Sou o Repórter" (SBT, 1988-1989) e a primeira fase do "Repórter Record" (1995-2001), que passaria a ser produzido pela própria emissora e não mais por produção independente.

Em 2008, iniciou o "Programa Goulart de Andrade", na Record News, que documentava regiões e situações, além de entrevistar pessoas influentes em determinadas áreas e dar dicas de gastronomia e enologia, com o apoio de Edílio Lopes.

Em 2009, foi contratado pelo SBT, a pedido de Paulo Nicolau, novo diretor de jornalismo da emissora.

Em 2012, estreou o programa "Vem Comigo", na TV Gazeta. Nele, as antigas matérias de Goulart de Andrade eram reexibidas e alunos dos cursos de Rádio e TV e de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero foram convocados a atualizar o tema.

Em 2014, Goulart de Andrade voltou a Rede Globo para uma rápida participação como o sambista Oswaldo na minissérie "Os Experientes".

Polêmicas

Muitas vezes, a crítica considerava que Goulart de Andrade exagerava demais em suas reportagens. Em 28 anos de programa, chegou a exibir ao vivo, uma aplicação de silicone industrial por travestis no centro de São Paulo e uma delicada cirurgia de ponte de safena, em que o paciente infartado era ele mesmo.

Exibiu também a filmagem da necropsia de Paulo César Farias, tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor, assassinado em circunstâncias misteriosas em 23/06/1996. No dia 11 de julho daquele ano, Goulart de Andrade exibiu em seu programa, na extinta Rede Manchete, trechos da necropsia de um cadáver, que apresentava seus órgãos sendo retirados, lavados e secados.

Morte

Goulart de Andrade morreu na terça-feira, 23/08/2016, em São Paulo, SP, aos 83 anos, vítima de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Ele não resistiu aos problemas respiratórios intensos.

Ele deixa a mulher, Margareth Bianchini, com quem viveu os últimos 13 anos, sem filhos, além de três filhos, três netos e uma bisneta.

"Ele foi internado na outra segunda-feira (15/08/2016) e ficou até domingo (21/08/2016). Foram várias internações, ele ficava muito inchado, passava mal, não respirava e teve problemas com uma úlcera aguda. No domingo, ele foi liberado e voltou estabilizado para casa. Menos de 12 horas depois, ele teve um desmaio e detectou-se baixa oxigenação no sangue. Ele precisou ser entubado por não respirar direito e veio a falecer.
Eu passei a quinta-feira (18/08/2016) toda com ele, ele conversava, articulava, completamente lúcido. Levantava, aprontava arte [risos], queria ir sozinho no banheiro, queria ver o cardápio para pedir comida. Era o mesmo Goulart que eu sempre conheci, e ele aguardava ansiosamente a mulher chegar."

(Sandra de Angelis, amiga e assessora de Goulart ao portal R7)


Programas Que Goulart de Andrade Apresentou

  • 1978-1981 - Plantão da Madrugada (Rede Globo)
  • 1982-1985 - Comando da Madrugada (Rede Bandeirantes)
  • 1986-1994 - Comando da Madrugada (SBT)
  • 1995-1997 - Comando da Madrugada (Rede Manchete)
  • 1997-2002 - Repórter Record (Rede Record)
  • 2003-2005 - Comando da Madrugada (Rede Bandeirantes)
  • 2005-2006 - Comando da Noite (Rede Bandeirantes)
  • 2008-2009 - Programa Goulart de Andrade (Record News)
  • 2012-2016 - Vem Comigo (TV Gazeta)

Fonte: Wikipédia e R7

Elke Maravilha

ELKE GEORGIEVNA GRUNNUPP
(71 anos)
Modelo, Manequim, Jurada, Apresentadora e Atriz

☼ Leningrado, Rússia (22/02/1945)
┼ Rio de Janeiro, RJ (16/08/2016)

Elke Maravilha, nome artístico de Elke Georgievna Grunnupp, em russo Элке Георгевна Груннупп, foi uma modelo, manequim, jurada, apresentadora e atriz nascida em Leningrado, Rússia, e de cidadania alemã radicada no Brasil.

Filha do russo George Grunupp e da alemã Liezelotte von Sonden, Elke nasceu na antiga Leningrado, hoje São Petersburgo. Ela tinha seis anos quando sua família emigrou para o Brasil, fugindo de perseguições políticas do stalinismo soviético. O casal e os três filhos, privados da cidadania russa, se estabeleceram primeiramente em um sítio em Itabira, MG.

Em 1955 sua família arrendou terras em Atibaia, SP, dedicando-se ao cultivo de morangos. Em seguida, a família mudou-se para Bragança Paulista, SP, onde também cultivou a terra. De volta a Minas Gerais, foi escolhida Glamour Girl em Belo Horizonte em 1962. Foi nesse período que foi naturalizada brasileira.

Aos 20 anos, ela saiu de casa para morar sozinha no Rio de Janeiro, RJ, onde arrumou emprego como secretária bilíngue, valendo-se de sua fluência em oito idiomas, muitos deles aprendidos no próprio ambiente familiar, além de ser a mais jovem professora de francês da Aliança Francesa e de inglês na União Cultural Brasil - Estados Unidos.

Nesse meio tempo seu pai tornou-se diretor da Liquigás e foi transferido para Porto Alegre, RS. Elke então voltou a morar com a sua família em Porto Alegre entre 1966 e 1969, onde cursou cadeiras nas faculdades de Filosofia, Medicina e Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e se formou tradutora e intérprete de línguas estrangeiras.


Começou a atuar como modelo e manequim aos 24 anos, em 1969, no mesmo período em que se casou com o escritor grego Alexandros Evremidis, o primeiro de seus oito casamentos.

No início da carreira Elke conheceu a estilista Zuzu Angel, de quem se tornou amiga. Durante a ditadura militar, em 1971, Elke foi presa por desacato no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, por rasgar cartazes com a fotografia de Stuart Angel Jones, filho da amiga Zuzu Angel, alegando que ele já havia sido morto pelo Regime Militar.

Foi enquadrada na Lei de Segurança Nacional e perdeu a cidadania brasileira, o que a deixou apátrida. Só foi solta depois de seis dias após a intervenção de amigos da classe artística. Anos depois, requisitou a cidadania alemã, a única que possuía.

A história da estilista Zuzu Angel foi contada nos cinemas em 2006 no longa metragem "Zuzu Rangel". No filme Elke foi interpretada pela atriz Luana Piovani e fez uma participação especial.

Sua vida pessoal sempre foi conturbada. Morou em diversos países e teve oito casamentos, com homens de diversas nacionalidades. Fez três abortos, fruto de seus três primeiros casamentos, pois jamais quis ser mãe, e sempre achou que com seu jeito rebelde de ser, jamais poderia educar uma criança de forma digna. Contou em entrevistas que tomava pílula anticoncepcional, mas fora enganada por alguns desses maridos, que queriam ser pais, e em vez de tomar a pílula certa, Elke tomava a pílula de farinha. Após descobrir isto, começou a usar o Dispositivo Intrauterino (DIU).

Elke também foi usuária de todos os tipos de drogas ilícitas, além de todos os tipos de bebida alcoólica. Dizia que não tinha preferência por nenhum tipo de homem, e sim, que tinha pressa de namorar.

Carreira

Começou a atuar como modelo e manequim aos 24 anos, vindo a trabalhar com estilistas famosos da época e foi considerada como inovadora nas passarelas. Inicialmente discreta, com o tempo ela abriu espaço para sua extravagância.

Chamando atenção por ser bastante alta, 1,80m, e loira natural, não pensava em seguir carreira artística, já que dava aulas de língua estrangeira há alguns anos, e gostava do que fazia. Apesar disto, foi convencida por muitas pessoas, pois era considerada de uma beleza exótica para os padrões do Brasil. Aceitou os convites que vieram e começou a sua carreira com Guilherme Guimarães. Muito famosa no mundo da moda, parou de dar aulas e conquistou sucesso.

Elke fez cursos de cinema, teatro e trabalhou na televisão. Foi batizada como Elke Maravilha pelo jornalista Daniel Más, e se tornou conhecida ao ser chamada dessa forma por Chacrinha, com quem ela trabalhou durante 14 anos, a partir de 1972.

Elke Maravilha tornou-se popular na TV brasileira nos anos 70 e 80, aparecendo como jurada de programas de calouros do Chacrinha e de Silvio Santos. Nesses programas sempre usava perucas, roupas chamativas e buscava passar mensagens positivas para os espectadores.

Em 1993, estreou o "Programa da Elke", onde recebia personalidades para bate-papo e entrevistas.


Elke começou a trabalhar como atriz em "O Barão Otelo no Barato dos Bilhões" (1971), com Grande Otelo, e atuou em filmes como "Pixote, a Lei do Mais Fraco" (1980), de Héctor Babenco, "Quando o Carnaval Chegar" (1972) e "Xica da Silva" (1976), de Cacá Diegues

Por sua interpretação em "Xica da Silva", Elke Maravilha foi premiada com a Coruja de Ouro como Melhor Atriz Coadjuvante.

No teatro foi expoente do Movimento de Arte Pornô, um movimento artístico de cunho positivista brasileiro de vanguarda que começou na década de 1960 e terminou em 1982. Foi uma resistência política ao Golpe militar de 1964, e o movimento foi experimental do ponto de vista formal, politicamente progressista e socialmente não-normativo. O uso da palavra diva "pornô" foi deliberado, no entanto não houve produção de pornografia convencional, muito pelo contrário, rejeitou-se o erotismo.

Sua estréia como atriz na televisão foi em 1986 como dona de um bordel na mini-série "Memórias de um Gigolô", com direção de Walter Avancini, e a atuação lhe rendeu o convite para ser madrinha da Associação das Prostitutas do Rio de Janeiro.

Em 2016 a atriz estava em cartaz com "Elke Canta e Conta", peça itinerante sobre sua história, em que contava da sua infância na Rússia, dos casamentos e de sua vida como modelo e apresentadora.

Morte

Elke Maravilha morreu na madrugada de terça-feira, 16/08/2016, aos 71 anos. Ela estava internada havia quase um mês na Casa de Saúde Pinheiro Machado, no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro, após uma cirurgia para tratar uma úlcera.

"Ela teve complicações após a operação e também tinha diabetes. Ela não estava mais respondendo aos remédios", explicou o irmão da atriz, Frederico Grunnupp. O laudo médico ainda não foi liberado, mas segundo Frederico Grunnupp a atriz sofreu falência múltipla dos órgãos por volta de 1h00.

Natasha Grunnupp, sobrinha de Elke, falou sobre os últimos dias dela no hospital: "Mesmo no hospital ela estava sempre muito feliz, sempre aquele ar de felicidade, a gente estava preocupado com as partes técnicas, vendo a situação, mas ela não. Ela passou por uma cirurgia no sábado porque um dos pontos da primeira cirurgia tinha estourado e depois disso piorou!".

O corpo de Elke Maravilha será velado às 9h00 de quarta-feira, 17/08/2016, no Teatro Carlos Gomes, no região central do Rio de Janeiro. O enterro está marcado para acontecer às 16h00, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul da cidade.

Televisão
  • 1973 - A Volta de Beto Rockfeller ... Sofia
  • 1979 - Milagre - O Poder da Fé ... Ela Mesma
  • 1986 - Memórias de um Gigolô ... Madame Yara
  • 1988 a 1991 - Cassino do Chacrinha ... Jurada
  • 1993 a 1996 - Programa Elke Maravilha ... Apresentadora
  • 1998 - Pecado Capital ... Ela mesma (Participação Especial)
  • 2004 - Big Brother Brasil 4 ... Jurada
  • 2004 - Celebridade ... Ela mesma (Participação Especial)
  • 2004 - Da Cor do Pecado ... Jurada (Participação Especial)
  • 2007 - Luz do Sol ... Urânia Szakaly
  • 2009 - Caminho das Índias ... Ela mesma (Participação Especial)
  • 2012 - Morando Sozinho ... Dona Violeta
  • 2013 - As Canalhas ... Cacala
  • 2013 - Destino: Rio de Janeiro ... Tia Selesniova
  • 2015 - Fantástico ... Ela Mesma (Quadro "O Grande Plano")
  • Show de Calouros ... Jurada


Cinema
  • 1970 - Salário Mínimo ... Modelo
  • 1971 - O Barão Otelo no Barato dos Bilhões Secretária
  • 1972 - Os Machões
  • 1972 - Quando o Carnaval Chegar ... Atriz Francesa
  • 1973 - O Rei do Baralho
  • 1974 - Gente Que Transa ... Esmeralda
  • 1976 - Xica da Silva ... Hortência
  • 1977 - Tenda dos Milagres
  • 1977 - A Força do Xangô
  • 1977 - Pastores da Noite
  • 1978 - Elke Maravilha Contra o Homem Atômico  ... Elke Maravilha
  • 1979 - A Noiva da Cidade ... Daniela
  • 1979 - O Milagre
  • 1981 - Pixote, a Lei do Mais Fraco  ... Débora
  • 1987 - No Rio Vale Tudo
  • 1987 - Romance ... Amiga de Antônio César
  • 1987 - Tanga: Deu no New York Times
  • 1988 - Wiezien Rio ... Frank
  • 1999 - Xuxa Requebra ... Iara Macedo "Macedão"
  • 2006 - Zuzu Angel ... Lieselotte
  • 2007 - Elke ... Ela Mesma
  • 2007 - Elke no País das Maravilhas ... Ela Mesma
  • 2010 - A Suprema Felicidade ... Avó de Paulo
  • 2010 - A Maravilha de Ser Elke ... Ela Mesma
  • 2011  - Fca Carla ... Lúcia
  • 2013 - Mato Sem Cachorro ... Dona Noara
  • 2013 - Meu Passado Me Condena ... Mirtes
  • 2015 - A Lenda do Gato Preto ... Angelina
  • 2015 - Super Oldboy ... Senhora
  • 2016 - Carrossel 2: O Sumiço da Maria Joaquina ... Mãe do Gonzalez

Teatro
  • Paixão de Cristo
  • Elke - Do Sagrado ao Profano
  • Viva o Cordão Encarnado
  • O Castelo das Sete Torres
  • Rio de Cabo a Rabo
  • Eu Gosto de Mamãe
  • Carlota Joaquina
  • A Rainha Morta
  • O Homem e o Cavalo
  • Orfeu da Conceição
  • O Lobo da Madrugada
  • Carlota Joaquina

Fonte: Wikpédia

Sandra Moreyra

SANDRA MARIA MOREYRA
(61 anos)
Jornalista, Repórter, Apresentadora, Diretora de Programação e Editora

☼ Rio de Janeiro, RJ (28/08/1954)
┼ Rio de Janeiro, RJ (10/11/2015)

Sandra Maria Moreyra foi uma jornalista brasileira, nascida no Rio de Janeiro, em 28/08/1954, com o jornalismo correndo nas veias.

Era neta da jornalista Eugênia Moreyra e do poeta e escritor Álvaro Moreyra, membro da Academia Brasileira de Letras, e dirigiu importantes revistas nos anos 1950, como Fon-Fon e Paratodos. Seu pai, Sandro Moreyra, fez história como um dos mais importantes cronistas esportivos do jornalismo brasileiro. Sua mãe, Lea de Barros Pinto, era professora. Era mãe da também jornalista Cecília Moreyra. Foi casada com o arquiteto Rodrigo Figueiredo, tinha dois filhos, Cecilia e Ricardo, e um neto, Francisco. Ela era irmã da também jornalista e diretora da GloboNews, Eugenia Moreyra.

Começou no jornalismo em 1975. Após um concurso, começou seu primeiro estágio, no Departamento de Pesquisa do Jornal do Brasil.

Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF), em 1976, foi contratada e, em 1978, foi para a reportagem geral do Jornal do Brasil, onde começou a carreira de repórter.

Em 1979, deixou o Jornal do Brasil para acompanhar o marido que trabalhava numa empresa de engenharia e foi transferido para a Argélia.

Engravidou, voltou para o Brasil e começou a trabalhar numa agência de publicidade, onde teve seu contato com o vídeo.

TV Globo

Após passagens pela TV Aratu, na época afiliada da TV Globo, pela TV Bandeirantes e pela TV Manchete, entrou na TV Globo em 1984, como repórter em Minas Gerais.

No ano seguinte, participaria ativamente da cobertura da eleição e morte de Tancredo Neves. No dia da morte do primeiro presidente civil eleito após a ditadura militar, Sandra Moreyra apareceu no Jornal Nacional acompanhando o cortejo fúnebre.

Em 1986, Sandra Moreyra deixou Minas Gerais e voltou para o Rio de Janeiro, se tornando uma das principais repórteres da editoria, cobrindo todo o tipo de pauta na região metropolitana, passando a fazer reportagens para o RJTV, Jornal Nacional, Globo Repórter e Bom Dia Brasil.

Entre 1999 e 2004, atuou na GloboNews na parte gerencial e administrativa do jornalismo. No canal, também apresentou o programa "Espaço Aberto Literatura".

Sandra Moreyra e Ricardo Boechat
40 Anos de Carreira

Com 40 anos de carreira, Sandra Moreyra participou de coberturas jornalísticas de importantes momentos do Brasil. Ela cobriu a morte de Tancredo Neves, o Plano Cruzado, o acidente radioativo em Goiânia com o Césio 137, a tragédia do iate Bateau Mouche, a Rio-92 e a ocupação do Complexo do Alemão.

A cobertura que a jornalista considerava mais marcante foi o enterro dos mortos na chacina de Vigário Geral, em 1993.

"Na hora de escrever o texto, a matéria tinha uma carga de emoção tão forte, da dor daquelas pessoas, da violência, que pensei: 'Tenho que botar isso nas palavras mais simples'. Quando a matéria entrou no ar, foi um soco no estômago!"
"Ela estava muito mais forte do que eu poderia imaginar, porque consegui exatamente isso, lidar com a realidade sem querer ser mais do que ela, sem querer aparecer mais. No dia em que fiz aquela matéria foi quando senti: 'Puxa vida, cresci. Que bom!'"
(Sandra Moreyra relatou ao site Memória Globo)

Já trabalhou como repórter, apresentadora, diretora de programação e editora. Nos anos 2000, apresentou a coluna de gastronomia "Arte da Mesa", no Bom Dia Brasil.

Dentre seus trabalhos na televisão destaca-se o especial "1808 - A Corte no Brasil", uma série de reportagens sobre os 200 anos da mudança da corte portuguesa para o Brasil.

No cinema, Sandra Moreyra trabalhou como roteirista no documentário "70" (2013), da diretora Emília Silveira. O filme refere-se a um episódio ocorrido no auge da ditadura militar do Brasil, quando um grupo de 70 presos políticos foi libertado e banido do país, em troca da libertação do embaixador suíço, Giovanni Enrico Bucher, que havia sido sequestrado por guerrilheiros da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).

Morte

Sandra Moreyra morreu na manhã de terça-feira, 10/11/2015, no Rio de Janeiro, aos 61 anos vítima de um câncer. O velório será na quarta-feira, 11/11/2015, às 12:00 hs, no Cemitério Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro.

Sandra Moreyra tinha entre suas várias paixões o time Botafogo. Após a notícia da morte da jornalista, o clube carioca decretou luto de três dias. Na nota, eles manifestaram solidariedade aos familiares:

"Com profundo pesar e tristeza, o Botafogo lamenta o falecimento de Sandra Moreyra, aos 61 anos. A jornalista botafoguense morreu na tarde deste terça-feira no Hospital Samaritano, onde estava internada e lutava contra um câncer. Filha do botafoguense Sandro Moreyra, Sandra sempre demonstrava seu amor pelo Botafogo. Atualmente, era repórter da TV Globo, com 40 anos de experiência na profissão. O Botafogo decreta luto oficial de três dias e manifesta sua solidariedade a familiares e amigos neste momento tão triste e difícil."

Fonte: WikipédiaG1 e Ego 

Miele

LUIZ CARLOS D'UGO MIELE
(77 anos)
Ator, Cantor, Produtor, Apresentador e Diretor

☼ São Paulo, SP (31/05/1938)
┼ Rio de Janeiro, RJ (14/10/2015)

Luiz Carlos d'Ugo Miele foi um produtor, ator, apresentador e diretor brasileiro de televisão, teatro, cinema e shows.

Era filho da cantora e instrumentista Irma Miele, cujo nome artístico era Regina Macedo. Aos 12 anos de idade, começou a trabalhar como rádio-ator numa emissora de rádio em São Vicente, SP, no programa "Meu Filho, Meu Orgulho" de Mário Donato. Mais tarde, protagonizou outros programas infantis na Rádio Tupi, ao lado de Régis Cardoso, Érlon Chaves e Walter Avancini.

Iniciou a carreira profissional como locutor da Rádio Excelsior, Rádio Tupi e Rádio Nacional. Em 1959, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde conheceu o compositor Ronaldo Bôscoli, com quem formou a dupla Miele & Bôscoli, responsável pela direção e produção de diversos espetáculos, além de programas musicais em emissoras de televisão.

Em 1976, após a morte do humorista Manuel de Nóbrega, passou a apresentar "A Praça da Alegria" na Rede Globo, saindo do ar em 1979. O programa contou com a participação de Ronald Golias.

Na televisão, atuou na direção e produção dos programas musicais "Noite de Gala" e "Cara & Coroa", com Dori Caymmi e Sílvia Telles, na TV Rio.

"Dois no Balanço", "Se Meu Apartamento Falasse", com Cyll Farney e Odete Lara, "Rio Rei", "Os 7 Pecados", com Fernando Barbosa Lima, e "Musical em Bossa 9", na TV Excelsior, "O Fino da Bossa", "Show Em Simonal" e "Elis Especial", na TV Record, "Alô Dolly", "Dick & Betty 17", com Dick Farney e Betty Faria, "Fantástico", direção musical, "Elis Especial", "Praça da Alegria", "Sandra & Miele", "Cem Anos de Espetáculo", "Viva Marília""Batalha dos Astros", além de festivais de música, na Rede Globo, "Um Homem - Uma Mulher", com Tuca, "Cassio Muniz Show", criação dos comerciais, e "Programa Flávio Cavalcanti", na TV Tupi, "Miele & Cia" e "Ele & Ela", com Leila Richers, na TV Manchete, "Coquetel e Cocktail", no SBT, e "Escolinha do Barulho", na TV Record.


Como produtor e diretor de espetáculos de artistas como Roberto Carlos, Elis Regina, Wilson Simonal, Sérgio Mendes, Lennie Dale, Sarah Vaughan, Leny Andrade, Pery Ribeiro e Bossa 3 ("Gemini V"), Taiguara e Claudette Soares ("Primeiro Tempo 5×0"), Milton Nascimento, Marcos Valle, Joyce e Wanda Sá (Sucata, Rio de Janeiro), Alcione (Canecão, Rio de Janeiro), Agnaldo Timóteo; Joanna; Angela Maria e Lucinha Lins ("Spot Light"); Os Cariocas; Família Caymmi; Trio Irakitan e Rosana Tapajós (Beco das Garrafas, Rio de Janeiro); Regina Duarte ("Regina Mon Amour", no Canecão); Sandra Bréa e Pedrinho Mattar ("Caso Water-Closed"), e Dzi Croquettes ("Monsieur Pujol", Rio de Janeiro), além dos projetos "Chega de Saudade", "Vivendo a Rádio Nacional", "Vivendo Vinícius" e "Festival Internacional de Mágica".

Como showman, participou dos espetáculos "Miele & Juarez Machado" (Sucata, Rio de Janeiro), "Concerto Para Miele & Orquestra" (Hotel Maksoud Plaza, São Paulo), "Miele & Tuca" (Rui Barbossa e Sucata), "Miele no Palladium", com Rosemary, "Elis & Miele" (Teatro Clara Nunes e Teatro Maria Della Costa).

Atuou, ainda, como diretor de projetos especiais no Metropolitan, RJ, e como mestre de cerimônias do Prêmio Molière. Gravou o compacto simples "Miele e Carolina", com a participação de Carol Saboya, registrando as canções "A Menina e a TV" (Rolf Zuckowski), versão de Antonio Adolfo e Jésus Rocha, e "Cirrose" (Daltony Nóbrega e Ana Maria).

Em 1997, apresentou-se, com Roberto Menescal e Wanda Sá, no Mistura Fina, RJ, em espetáculo gravado ao vivo e lançado pelo selo Albatroz no CD "Uma Mistura Fina".

Em 1999 assinou a direção do espetáculo "Vivendo Vinícius", com Carlos Lyra, Toquinho, Miúcha e Baden Powell, apresentado no Metropolitan, RJ. Ainda em 1999, passou a exercer a função de diretor de projetos especiais na Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, onde produziu vários espetáculos, como "Um Brasileiro Chamado Jobim", com Roberto Menescal, Danilo Caymmi, Joyce, Cris Delanno e o conjunto Os Cariocas, "Minhas Duas Estrelas - Pery Ribeiro Canta e Conta - Dalva de Oliveira e Herivelto Martins", "Essa Bahia Chamada Caymmi", com Nana Caymmi, Dori Caymmi e Danilo Caymmi", "Jazz Para As Onze", com o Quinteto Paulinho Trompete e Rio Jazz Orquestra, no qual atuou como crooner, entre outros.


Em 2004 fez espetáculos no Tom Brasil em São Paulo, mostrando pela primeira vez em público o "Hino do Fome Zero" (Roberto Menescal e Abel Silva), cujo DVD foi dirigido por ele, e também publicou o livro "Poeira de Estrelas" (Ediouro). Ainda em 2004, foi responsável pela apresentação do espetáculo "Bossa Nova In Concert", realizado no Canecão no Rio de Janeiro, com a participação de Johnny Alf, João Donato, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Wanda Sá, Leny Andrade, Pery Ribeiro, Durval Ferreira, Eliane Elias, Marcos Valle, Os Cariocas e Bossacucanova. O show contou com uma banda de apoio formada por Durval Ferreira (violão), Adriano Giffoni (contrabaixo), Marcio Bahia (bateria), Fernando Merlino (teclados), Ricardo Pontes (sax e flauta) e Jessé Sadoc (trompete), concepção e direção artística de Solange Kafuri, direção musical de Roberto Menescal, pesquisa e textos de Heloísa Tapajós, cenários de Ney Madeira e Lídia Kosovski, e projeções de Sílvio Braga. Também nesse ano, lançou o livro "Poeira de Estrelas" (Ediouro).

Apresentou-se, em 2005, no Bar do Tom, com o espetáculo "Bênção Bossa Nova", ao lado de Roberto Menescal e Wanda Sá. Nesse mesmo ano, lançou o DVD "Miele, Um Showman Brasileiro - Um Show de Música & Muito Humor" (CID), com festa no Bar do Tom. Ainda em 2005, interpretou o advogado Wexler no seriado "Mandrake" da HBO Brasil, baseado na obra de Rubem Fonseca.

O melhor momento da carreira de Miele foi o musical "Elis". O pior momento da carreira foi o "Programa Cocktail", exibido no SBT de agosto 1991 a agosto 1992. Miele disse em uma entrevista em 2002: "Aquele programa não era muito a minha praia". Ele preferiu esquecer e considerava um programa de mau gosto.

No fim de 2011 atuou no filme "As Aventuras de Agamenon, o Repórter" interpretando o sogro de Agamenon Mendes Pedreira.

Em 2012 atuou na minissérie "O Brado Retumbante" no papel de Nicodemo Cabral, O Senador.

Em 2014, atuou na minissérie "A Teia", no papel do ex-senador Walter Gama. Interpretou o magnata Jack Parker, na novela "Geração Brasil". Ainda em 2014, em agosto, participou da "Dança dos Famosos" no programa "Domingão do Faustão". Interpretou o vizinho garanhão Gustavo Pennaforte, no episódio "Ela é a Dona de Tudo" do sitcom "Trair e Coçar é Só Começar", do canal Multishow.

Seu último trabalho foi na novela "Geração Brasil", atuando como Jack Parker pai de Pamela Parker Marra.

Miele torcia pelo São Paulo Futebol Clube. Foi casado com Anita durante 47 anos e nunca tiveram filhos.

Morte

Luiz Carlos D'Ugo Miele foi encontrado morto em sua casa em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro, na quarta-feira, 14/10/2015. Bombeiros do quartel da Gávea foram acionados para uma ocorrência no local, mas Miele faleceu após sofrer um mal súbito, antes da chegada dos militares.

Segundo Vânia Barbosa, empresária e amiga de Miele e da família, a esposa do artista o encontrou caído no chão do escritório logo pela manhã e chamou os bombeiros, que constataram o óbito ao chegarem em sua casa, em São Conrado. Segundo ela, o mal súbito que acometeu o diretor pegou parentes de surpresa.

O velório ocorrerá a partir das 07:00 hs de quinta-feira, 15/10/2015, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, no Centro, e será aberto ao público. O corpo será enterrado no Cemitério do Caju, às 14:00 hs.

Fonte: WikipédiaG1 e Diário de Pernambuco