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Ademar Silva

ADEMAR MARQUES RATAIESKY
(71 anos)
Cantor, Compositor, Acordeonista e Apresentador

☼ São Lourenço do Sul, RS (15/11/1943)
┼ Pelotas, RS (13/04/2015)

Ademar Marques Rataiesky, artisticamente conhecido como Ademar Silva, foi um cantor, compositor e acordeonista brasileiro, nascido em São Lourenço do Sul, RS, no dia 15/11/1943.

Ainda adolescente tirava na harmônica solos de músicas de seu compositor favorito, Pedro Raymundo

Ademar Silva iniciou sua carreira aos 15 anos como acordeonista, o primeiro a acompanhar o cantor Teixeirinha, com quem tocou no Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina. Em carreira solo fez grande sucesso com quase 55 anos de carreira.

Em 1961 gravou pela Philips "Gaúcho Forasteiro" (Ademar Silva e Leopoldo) e "Oito de Maio" (Ademar Silva e Pinheiro).

Em 1962 lançou pela Philips "O Amor Que Eu Sonhei" (Ademar Silva e Leopoldo) e "Homenagem ao Papai" (Ademar Silva e Leopoldo).


Em 1963 gravou pela RCA as toadas "Leva Eu, Sodade" (Tito Neto e Alventino Cavalcânti) e "Chuva do Bem" (Demóstenez Gonzales). 

Em 1968, lançou "Rei dos Pampas" (Raul Torres). Gravou também "Vida Triste" (Piraci e Lourival dos Santos).

Apresentou-se em emissoras de rádio e de TV, circos, boates e teatros de diversos estados do Brasil.

Em 1975, gravou um LP pela Tropicana. Destacaram-se nesse LP as músicas "Saudades de Porto Alegre" (Roberto Stanganelli e Paraguassu), "Felicidade" (Lupicínio Rodrigues), "Velhas Cartas" (Tonico, Tinoco e Zé Paioça) e "Sortes Iguais", de sua autoria.

Entre 1975 e 1982, gravou quatro LPs pela Chantecler. Gravou, ainda, diversos discos pelas gravadoras PolyGram, Continental e Solo Livre.

Ao longo de sua carreira, Ademar Silva gravou cerca de 600 músicas e cantou em mil shows.

Morte

Ademar Silva faleceu na segunda-feira, 13/04/2015, retornando para Pelotas, vítima de infarto do miocárdio, após fazer um show no município de Veranópolis, no Rio Grande do Sul.

Discografia
  • [S/D] - Saudade da Querência (Alvorada, LP)
  • 1996 - Ademar Silva (USA Discos, LP)
  • 1995 - Ademar Silva (Solo Livre, LP)
  • 1990 - Ademar Silva (Discoteca Gravações, LP)
  • 1986 - Ademar Silva (Continental, LP)
  • 1985 - Ademar Silva (PolyGram, LP)
  • 1984 - Ademar Silva (PolyGram, LP)
  • 1983 - Ademar Silva (PolyGram, LP)
  • 1982 - Ademar Silva (Chantecler, LP)
  • 1981 - Ademar Silva (Disco Tiaraju, LP)
  • 1977 - Ademar Silva (Chantecler, LP)
  • 1976 - Ademar Silva (Chantecler, LP)
  • 1975 - Ademar Silva (Tropicana, LP)
  • 1968 - Ademar Silva (Chantecler, LP)
  • 1963 - Leva Eu, Sodade / Chuva do Bem (RCA Candem, 78)
  • 1962 - O Amor Que Eu Sonhei / Homenagem Ao Papai (Philips, 78)
  • 1961 - Gaúcho Forasteiro / Oito de Maio (Philips, 78)
  • 1960 - Ademar Silva (Phillips, LP)

Indicação: Miguel Sampaio

Goulart de Andrade

LUÍS FILIPE GOULART DE ANDRADE
(83 anos)
Jornalista e Apresentador de Televisão

☼ Rio de Janeiro, RJ (06/04/1933)
┼ São Paulo, SP (23/08/2016)

Luís Filipe Goulart de Andrade foi um apresentador de televisão e jornalista brasileiro nascido no Rio de Janeiro, RJ, no dia 06/04/1933.

Com mais de 80 anos, permaneceu ativo até a data de sua morte, como jornalista e comandando o programa "Vem Comigo" na TV Gazeta. O nome de seu último programa era inspirado em seu tradicional bordão, dito ao iniciar uma reportagem.

De tradicional família alagoana, é filho do funcionário público Flávio Goulart de Andrade, antigo diretor do Senado Federal, e da cantora Elisinha Coelho. Seu avô paterno era o jornalista e senador por Alagoas, Eusébio Francisco Goulart de Andrade. O escritor José Maria Goulart de Andrade era seu tio-avô, e a cantora e atriz Carmen Miranda foi sua madrinha de batismo.

Goulart de Andrade iniciou sua carreira na antiga TV Rio, em 1955, no programa "Preto no Branco". Produziu e dirigiu os mais variados programas desde então, em praticamente todas as emissoras brasileiras, com destaque para o "Brasil 63", de Bibi Ferreira, na TV Excelsior, e as fases iniciais do "Fantástico" e do "Globo Repórter", na década de 70.

Em 1978 criou o programa "Plantão da Madrugada", na Rede Globo, que, depois de seu desligamento da emissora, seria recriado pela sua produtora e exibido em várias emissoras, com o nome de "Comando da Madrugada", depois renomeado "Comando da Noite", devido à mudança de horário, em 2007.


Em 1982 deixou a Rede Globo e assinou contrato com a Rede Bandeirantes para apresentar o "Comando da Madrugada", que ficaria na emissora até dezembro de 1985, quando Goulart de Andrade é contratado pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), de Sílvio Santos.

Sua produtora independente, a Produtora Goulart de Andrade, também criaria outros programas de reportagem, como "23ª Hora" (Gazeta, 1983-1984), "Eu Sou o Repórter" (SBT, 1988-1989) e a primeira fase do "Repórter Record" (1995-2001), que passaria a ser produzido pela própria emissora e não mais por produção independente.

Em 2008, iniciou o "Programa Goulart de Andrade", na Record News, que documentava regiões e situações, além de entrevistar pessoas influentes em determinadas áreas e dar dicas de gastronomia e enologia, com o apoio de Edílio Lopes.

Em 2009, foi contratado pelo SBT, a pedido de Paulo Nicolau, novo diretor de jornalismo da emissora.

Em 2012, estreou o programa "Vem Comigo", na TV Gazeta. Nele, as antigas matérias de Goulart de Andrade eram reexibidas e alunos dos cursos de Rádio e TV e de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero foram convocados a atualizar o tema.

Em 2014, Goulart de Andrade voltou a Rede Globo para uma rápida participação como o sambista Oswaldo na minissérie "Os Experientes".

Polêmicas

Muitas vezes, a crítica considerava que Goulart de Andrade exagerava demais em suas reportagens. Em 28 anos de programa, chegou a exibir ao vivo, uma aplicação de silicone industrial por travestis no centro de São Paulo e uma delicada cirurgia de ponte de safena, em que o paciente infartado era ele mesmo.

Exibiu também a filmagem da necropsia de Paulo César Farias, tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor, assassinado em circunstâncias misteriosas em 23/06/1996. No dia 11 de julho daquele ano, Goulart de Andrade exibiu em seu programa, na extinta Rede Manchete, trechos da necropsia de um cadáver, que apresentava seus órgãos sendo retirados, lavados e secados.

Morte

Goulart de Andrade morreu na terça-feira, 23/08/2016, em São Paulo, SP, aos 83 anos, vítima de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Ele não resistiu aos problemas respiratórios intensos.

Ele deixa a mulher, Margareth Bianchini, com quem viveu os últimos 13 anos, sem filhos, além de três filhos, três netos e uma bisneta.

"Ele foi internado na outra segunda-feira (15/08/2016) e ficou até domingo (21/08/2016). Foram várias internações, ele ficava muito inchado, passava mal, não respirava e teve problemas com uma úlcera aguda. No domingo, ele foi liberado e voltou estabilizado para casa. Menos de 12 horas depois, ele teve um desmaio e detectou-se baixa oxigenação no sangue. Ele precisou ser entubado por não respirar direito e veio a falecer.
Eu passei a quinta-feira (18/08/2016) toda com ele, ele conversava, articulava, completamente lúcido. Levantava, aprontava arte [risos], queria ir sozinho no banheiro, queria ver o cardápio para pedir comida. Era o mesmo Goulart que eu sempre conheci, e ele aguardava ansiosamente a mulher chegar."

(Sandra de Angelis, amiga e assessora de Goulart ao portal R7)


Programas Que Goulart de Andrade Apresentou

  • 1978-1981 - Plantão da Madrugada (Rede Globo)
  • 1982-1985 - Comando da Madrugada (Rede Bandeirantes)
  • 1986-1994 - Comando da Madrugada (SBT)
  • 1995-1997 - Comando da Madrugada (Rede Manchete)
  • 1997-2002 - Repórter Record (Rede Record)
  • 2003-2005 - Comando da Madrugada (Rede Bandeirantes)
  • 2005-2006 - Comando da Noite (Rede Bandeirantes)
  • 2008-2009 - Programa Goulart de Andrade (Record News)
  • 2012-2016 - Vem Comigo (TV Gazeta)

Fonte: Wikipédia e R7

Elke Maravilha

ELKE GEORGIEVNA GRUNNUPP
(71 anos)
Modelo, Manequim, Jurada, Apresentadora e Atriz

☼ Leningrado, Rússia (22/02/1945)
┼ Rio de Janeiro, RJ (16/08/2016)

Elke Maravilha, nome artístico de Elke Georgievna Grunnupp, em russo Элке Георгевна Груннупп, foi uma modelo, manequim, jurada, apresentadora e atriz nascida em Leningrado, Rússia, e de cidadania alemã radicada no Brasil.

Filha do russo George Grunupp e da alemã Liezelotte von Sonden, Elke nasceu na antiga Leningrado, hoje São Petersburgo. Ela tinha seis anos quando sua família emigrou para o Brasil, fugindo de perseguições políticas do stalinismo soviético. O casal e os três filhos, privados da cidadania russa, se estabeleceram primeiramente em um sítio em Itabira, MG.

Em 1955 sua família arrendou terras em Atibaia, SP, dedicando-se ao cultivo de morangos. Em seguida, a família mudou-se para Bragança Paulista, SP, onde também cultivou a terra. De volta a Minas Gerais, foi escolhida Glamour Girl em Belo Horizonte em 1962. Foi nesse período que foi naturalizada brasileira.

Aos 20 anos, ela saiu de casa para morar sozinha no Rio de Janeiro, RJ, onde arrumou emprego como secretária bilíngue, valendo-se de sua fluência em oito idiomas, muitos deles aprendidos no próprio ambiente familiar, além de ser a mais jovem professora de francês da Aliança Francesa e de inglês na União Cultural Brasil - Estados Unidos.

Nesse meio tempo seu pai tornou-se diretor da Liquigás e foi transferido para Porto Alegre, RS. Elke então voltou a morar com a sua família em Porto Alegre entre 1966 e 1969, onde cursou cadeiras nas faculdades de Filosofia, Medicina e Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e se formou tradutora e intérprete de línguas estrangeiras.


Começou a atuar como modelo e manequim aos 24 anos, em 1969, no mesmo período em que se casou com o escritor grego Alexandros Evremidis, o primeiro de seus oito casamentos.

No início da carreira Elke conheceu a estilista Zuzu Angel, de quem se tornou amiga. Durante a ditadura militar, em 1971, Elke foi presa por desacato no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, por rasgar cartazes com a fotografia de Stuart Angel Jones, filho da amiga Zuzu Angel, alegando que ele já havia sido morto pelo Regime Militar.

Foi enquadrada na Lei de Segurança Nacional e perdeu a cidadania brasileira, o que a deixou apátrida. Só foi solta depois de seis dias após a intervenção de amigos da classe artística. Anos depois, requisitou a cidadania alemã, a única que possuía.

A história da estilista Zuzu Angel foi contada nos cinemas em 2006 no longa metragem "Zuzu Rangel". No filme Elke foi interpretada pela atriz Luana Piovani e fez uma participação especial.

Sua vida pessoal sempre foi conturbada. Morou em diversos países e teve oito casamentos, com homens de diversas nacionalidades. Fez três abortos, fruto de seus três primeiros casamentos, pois jamais quis ser mãe, e sempre achou que com seu jeito rebelde de ser, jamais poderia educar uma criança de forma digna. Contou em entrevistas que tomava pílula anticoncepcional, mas fora enganada por alguns desses maridos, que queriam ser pais, e em vez de tomar a pílula certa, Elke tomava a pílula de farinha. Após descobrir isto, começou a usar o Dispositivo Intrauterino (DIU).

Elke também foi usuária de todos os tipos de drogas ilícitas, além de todos os tipos de bebida alcoólica. Dizia que não tinha preferência por nenhum tipo de homem, e sim, que tinha pressa de namorar.

Carreira

Começou a atuar como modelo e manequim aos 24 anos, vindo a trabalhar com estilistas famosos da época e foi considerada como inovadora nas passarelas. Inicialmente discreta, com o tempo ela abriu espaço para sua extravagância.

Chamando atenção por ser bastante alta, 1,80m, e loira natural, não pensava em seguir carreira artística, já que dava aulas de língua estrangeira há alguns anos, e gostava do que fazia. Apesar disto, foi convencida por muitas pessoas, pois era considerada de uma beleza exótica para os padrões do Brasil. Aceitou os convites que vieram e começou a sua carreira com Guilherme Guimarães. Muito famosa no mundo da moda, parou de dar aulas e conquistou sucesso.

Elke fez cursos de cinema, teatro e trabalhou na televisão. Foi batizada como Elke Maravilha pelo jornalista Daniel Más, e se tornou conhecida ao ser chamada dessa forma por Chacrinha, com quem ela trabalhou durante 14 anos, a partir de 1972.

Elke Maravilha tornou-se popular na TV brasileira nos anos 70 e 80, aparecendo como jurada de programas de calouros do Chacrinha e de Silvio Santos. Nesses programas sempre usava perucas, roupas chamativas e buscava passar mensagens positivas para os espectadores.

Em 1993, estreou o "Programa da Elke", onde recebia personalidades para bate-papo e entrevistas.


Elke começou a trabalhar como atriz em "O Barão Otelo no Barato dos Bilhões" (1971), com Grande Otelo, e atuou em filmes como "Pixote, a Lei do Mais Fraco" (1980), de Héctor Babenco, "Quando o Carnaval Chegar" (1972) e "Xica da Silva" (1976), de Cacá Diegues

Por sua interpretação em "Xica da Silva", Elke Maravilha foi premiada com a Coruja de Ouro como Melhor Atriz Coadjuvante.

No teatro foi expoente do Movimento de Arte Pornô, um movimento artístico de cunho positivista brasileiro de vanguarda que começou na década de 1960 e terminou em 1982. Foi uma resistência política ao Golpe militar de 1964, e o movimento foi experimental do ponto de vista formal, politicamente progressista e socialmente não-normativo. O uso da palavra diva "pornô" foi deliberado, no entanto não houve produção de pornografia convencional, muito pelo contrário, rejeitou-se o erotismo.

Sua estréia como atriz na televisão foi em 1986 como dona de um bordel na mini-série "Memórias de um Gigolô", com direção de Walter Avancini, e a atuação lhe rendeu o convite para ser madrinha da Associação das Prostitutas do Rio de Janeiro.

Em 2016 a atriz estava em cartaz com "Elke Canta e Conta", peça itinerante sobre sua história, em que contava da sua infância na Rússia, dos casamentos e de sua vida como modelo e apresentadora.

Morte

Elke Maravilha morreu na madrugada de terça-feira, 16/08/2016, aos 71 anos. Ela estava internada havia quase um mês na Casa de Saúde Pinheiro Machado, no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro, após uma cirurgia para tratar uma úlcera.

"Ela teve complicações após a operação e também tinha diabetes. Ela não estava mais respondendo aos remédios", explicou o irmão da atriz, Frederico Grunnupp. O laudo médico ainda não foi liberado, mas segundo Frederico Grunnupp a atriz sofreu falência múltipla dos órgãos por volta de 1h00.

Natasha Grunnupp, sobrinha de Elke, falou sobre os últimos dias dela no hospital: "Mesmo no hospital ela estava sempre muito feliz, sempre aquele ar de felicidade, a gente estava preocupado com as partes técnicas, vendo a situação, mas ela não. Ela passou por uma cirurgia no sábado porque um dos pontos da primeira cirurgia tinha estourado e depois disso piorou!".

O corpo de Elke Maravilha será velado às 9h00 de quarta-feira, 17/08/2016, no Teatro Carlos Gomes, no região central do Rio de Janeiro. O enterro está marcado para acontecer às 16h00, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul da cidade.

Televisão
  • 1973 - A Volta de Beto Rockfeller ... Sofia
  • 1979 - Milagre - O Poder da Fé ... Ela Mesma
  • 1986 - Memórias de um Gigolô ... Madame Yara
  • 1988 a 1991 - Cassino do Chacrinha ... Jurada
  • 1993 a 1996 - Programa Elke Maravilha ... Apresentadora
  • 1998 - Pecado Capital ... Ela mesma (Participação Especial)
  • 2004 - Big Brother Brasil 4 ... Jurada
  • 2004 - Celebridade ... Ela mesma (Participação Especial)
  • 2004 - Da Cor do Pecado ... Jurada (Participação Especial)
  • 2007 - Luz do Sol ... Urânia Szakaly
  • 2009 - Caminho das Índias ... Ela mesma (Participação Especial)
  • 2012 - Morando Sozinho ... Dona Violeta
  • 2013 - As Canalhas ... Cacala
  • 2013 - Destino: Rio de Janeiro ... Tia Selesniova
  • 2015 - Fantástico ... Ela Mesma (Quadro "O Grande Plano")
  • Show de Calouros ... Jurada


Cinema
  • 1970 - Salário Mínimo ... Modelo
  • 1971 - O Barão Otelo no Barato dos Bilhões Secretária
  • 1972 - Os Machões
  • 1972 - Quando o Carnaval Chegar ... Atriz Francesa
  • 1973 - O Rei do Baralho
  • 1974 - Gente Que Transa ... Esmeralda
  • 1976 - Xica da Silva ... Hortência
  • 1977 - Tenda dos Milagres
  • 1977 - A Força do Xangô
  • 1977 - Pastores da Noite
  • 1978 - Elke Maravilha Contra o Homem Atômico  ... Elke Maravilha
  • 1979 - A Noiva da Cidade ... Daniela
  • 1979 - O Milagre
  • 1981 - Pixote, a Lei do Mais Fraco  ... Débora
  • 1987 - No Rio Vale Tudo
  • 1987 - Romance ... Amiga de Antônio César
  • 1987 - Tanga: Deu no New York Times
  • 1988 - Wiezien Rio ... Frank
  • 1999 - Xuxa Requebra ... Iara Macedo "Macedão"
  • 2006 - Zuzu Angel ... Lieselotte
  • 2007 - Elke ... Ela Mesma
  • 2007 - Elke no País das Maravilhas ... Ela Mesma
  • 2010 - A Suprema Felicidade ... Avó de Paulo
  • 2010 - A Maravilha de Ser Elke ... Ela Mesma
  • 2011  - Fca Carla ... Lúcia
  • 2013 - Mato Sem Cachorro ... Dona Noara
  • 2013 - Meu Passado Me Condena ... Mirtes
  • 2015 - A Lenda do Gato Preto ... Angelina
  • 2015 - Super Oldboy ... Senhora
  • 2016 - Carrossel 2: O Sumiço da Maria Joaquina ... Mãe do Gonzalez

Teatro
  • Paixão de Cristo
  • Elke - Do Sagrado ao Profano
  • Viva o Cordão Encarnado
  • O Castelo das Sete Torres
  • Rio de Cabo a Rabo
  • Eu Gosto de Mamãe
  • Carlota Joaquina
  • A Rainha Morta
  • O Homem e o Cavalo
  • Orfeu da Conceição
  • O Lobo da Madrugada
  • Carlota Joaquina

Fonte: Wikpédia

Sandra Moreyra

SANDRA MARIA MOREYRA
(61 anos)
Jornalista, Repórter, Apresentadora, Diretora de Programação e Editora

☼ Rio de Janeiro, RJ (28/08/1954)
┼ Rio de Janeiro, RJ (10/11/2015)

Sandra Maria Moreyra foi uma jornalista brasileira, nascida no Rio de Janeiro, em 28/08/1954, com o jornalismo correndo nas veias.

Era neta da jornalista Eugênia Moreyra e do poeta e escritor Álvaro Moreyra, membro da Academia Brasileira de Letras, e dirigiu importantes revistas nos anos 1950, como Fon-Fon e Paratodos. Seu pai, Sandro Moreyra, fez história como um dos mais importantes cronistas esportivos do jornalismo brasileiro. Sua mãe, Lea de Barros Pinto, era professora. Era mãe da também jornalista Cecília Moreyra. Foi casada com o arquiteto Rodrigo Figueiredo, tinha dois filhos, Cecilia e Ricardo, e um neto, Francisco. Ela era irmã da também jornalista e diretora da GloboNews, Eugenia Moreyra.

Começou no jornalismo em 1975. Após um concurso, começou seu primeiro estágio, no Departamento de Pesquisa do Jornal do Brasil.

Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF), em 1976, foi contratada e, em 1978, foi para a reportagem geral do Jornal do Brasil, onde começou a carreira de repórter.

Em 1979, deixou o Jornal do Brasil para acompanhar o marido que trabalhava numa empresa de engenharia e foi transferido para a Argélia.

Engravidou, voltou para o Brasil e começou a trabalhar numa agência de publicidade, onde teve seu contato com o vídeo.

TV Globo

Após passagens pela TV Aratu, na época afiliada da TV Globo, pela TV Bandeirantes e pela TV Manchete, entrou na TV Globo em 1984, como repórter em Minas Gerais.

No ano seguinte, participaria ativamente da cobertura da eleição e morte de Tancredo Neves. No dia da morte do primeiro presidente civil eleito após a ditadura militar, Sandra Moreyra apareceu no Jornal Nacional acompanhando o cortejo fúnebre.

Em 1986, Sandra Moreyra deixou Minas Gerais e voltou para o Rio de Janeiro, se tornando uma das principais repórteres da editoria, cobrindo todo o tipo de pauta na região metropolitana, passando a fazer reportagens para o RJTV, Jornal Nacional, Globo Repórter e Bom Dia Brasil.

Entre 1999 e 2004, atuou na GloboNews na parte gerencial e administrativa do jornalismo. No canal, também apresentou o programa "Espaço Aberto Literatura".

Sandra Moreyra e Ricardo Boechat
40 Anos de Carreira

Com 40 anos de carreira, Sandra Moreyra participou de coberturas jornalísticas de importantes momentos do Brasil. Ela cobriu a morte de Tancredo Neves, o Plano Cruzado, o acidente radioativo em Goiânia com o Césio 137, a tragédia do iate Bateau Mouche, a Rio-92 e a ocupação do Complexo do Alemão.

A cobertura que a jornalista considerava mais marcante foi o enterro dos mortos na chacina de Vigário Geral, em 1993.

"Na hora de escrever o texto, a matéria tinha uma carga de emoção tão forte, da dor daquelas pessoas, da violência, que pensei: 'Tenho que botar isso nas palavras mais simples'. Quando a matéria entrou no ar, foi um soco no estômago!"
"Ela estava muito mais forte do que eu poderia imaginar, porque consegui exatamente isso, lidar com a realidade sem querer ser mais do que ela, sem querer aparecer mais. No dia em que fiz aquela matéria foi quando senti: 'Puxa vida, cresci. Que bom!'"
(Sandra Moreyra relatou ao site Memória Globo)

Já trabalhou como repórter, apresentadora, diretora de programação e editora. Nos anos 2000, apresentou a coluna de gastronomia "Arte da Mesa", no Bom Dia Brasil.

Dentre seus trabalhos na televisão destaca-se o especial "1808 - A Corte no Brasil", uma série de reportagens sobre os 200 anos da mudança da corte portuguesa para o Brasil.

No cinema, Sandra Moreyra trabalhou como roteirista no documentário "70" (2013), da diretora Emília Silveira. O filme refere-se a um episódio ocorrido no auge da ditadura militar do Brasil, quando um grupo de 70 presos políticos foi libertado e banido do país, em troca da libertação do embaixador suíço, Giovanni Enrico Bucher, que havia sido sequestrado por guerrilheiros da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).

Morte

Sandra Moreyra morreu na manhã de terça-feira, 10/11/2015, no Rio de Janeiro, aos 61 anos vítima de um câncer. O velório será na quarta-feira, 11/11/2015, às 12:00 hs, no Cemitério Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro.

Sandra Moreyra tinha entre suas várias paixões o time Botafogo. Após a notícia da morte da jornalista, o clube carioca decretou luto de três dias. Na nota, eles manifestaram solidariedade aos familiares:

"Com profundo pesar e tristeza, o Botafogo lamenta o falecimento de Sandra Moreyra, aos 61 anos. A jornalista botafoguense morreu na tarde deste terça-feira no Hospital Samaritano, onde estava internada e lutava contra um câncer. Filha do botafoguense Sandro Moreyra, Sandra sempre demonstrava seu amor pelo Botafogo. Atualmente, era repórter da TV Globo, com 40 anos de experiência na profissão. O Botafogo decreta luto oficial de três dias e manifesta sua solidariedade a familiares e amigos neste momento tão triste e difícil."

Fonte: WikipédiaG1 e Ego 

Miele

LUIZ CARLOS D'UGO MIELE
(77 anos)
Ator, Cantor, Produtor, Apresentador e Diretor

☼ São Paulo, SP (31/05/1938)
┼ Rio de Janeiro, RJ (14/10/2015)

Luiz Carlos d'Ugo Miele foi um produtor, ator, apresentador e diretor brasileiro de televisão, teatro, cinema e shows.

Era filho da cantora e instrumentista Irma Miele, cujo nome artístico era Regina Macedo. Aos 12 anos de idade, começou a trabalhar como rádio-ator numa emissora de rádio em São Vicente, SP, no programa "Meu Filho, Meu Orgulho" de Mário Donato. Mais tarde, protagonizou outros programas infantis na Rádio Tupi, ao lado de Régis Cardoso, Érlon Chaves e Walter Avancini.

Iniciou a carreira profissional como locutor da Rádio Excelsior, Rádio Tupi e Rádio Nacional. Em 1959, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde conheceu o compositor Ronaldo Bôscoli, com quem formou a dupla Miele & Bôscoli, responsável pela direção e produção de diversos espetáculos, além de programas musicais em emissoras de televisão.

Em 1976, após a morte do humorista Manuel de Nóbrega, passou a apresentar "A Praça da Alegria" na Rede Globo, saindo do ar em 1979. O programa contou com a participação de Ronald Golias.

Na televisão, atuou na direção e produção dos programas musicais "Noite de Gala" e "Cara & Coroa", com Dori Caymmi e Sílvia Telles, na TV Rio.

"Dois no Balanço", "Se Meu Apartamento Falasse", com Cyll Farney e Odete Lara, "Rio Rei", "Os 7 Pecados", com Fernando Barbosa Lima, e "Musical em Bossa 9", na TV Excelsior, "O Fino da Bossa", "Show Em Simonal" e "Elis Especial", na TV Record, "Alô Dolly", "Dick & Betty 17", com Dick Farney e Betty Faria, "Fantástico", direção musical, "Elis Especial", "Praça da Alegria", "Sandra & Miele", "Cem Anos de Espetáculo", "Viva Marília""Batalha dos Astros", além de festivais de música, na Rede Globo, "Um Homem - Uma Mulher", com Tuca, "Cassio Muniz Show", criação dos comerciais, e "Programa Flávio Cavalcanti", na TV Tupi, "Miele & Cia" e "Ele & Ela", com Leila Richers, na TV Manchete, "Coquetel e Cocktail", no SBT, e "Escolinha do Barulho", na TV Record.


Como produtor e diretor de espetáculos de artistas como Roberto Carlos, Elis Regina, Wilson Simonal, Sérgio Mendes, Lennie Dale, Sarah Vaughan, Leny Andrade, Pery Ribeiro e Bossa 3 ("Gemini V"), Taiguara e Claudette Soares ("Primeiro Tempo 5×0"), Milton Nascimento, Marcos Valle, Joyce e Wanda Sá (Sucata, Rio de Janeiro), Alcione (Canecão, Rio de Janeiro), Agnaldo Timóteo; Joanna; Angela Maria e Lucinha Lins ("Spot Light"); Os Cariocas; Família Caymmi; Trio Irakitan e Rosana Tapajós (Beco das Garrafas, Rio de Janeiro); Regina Duarte ("Regina Mon Amour", no Canecão); Sandra Bréa e Pedrinho Mattar ("Caso Water-Closed"), e Dzi Croquettes ("Monsieur Pujol", Rio de Janeiro), além dos projetos "Chega de Saudade", "Vivendo a Rádio Nacional", "Vivendo Vinícius" e "Festival Internacional de Mágica".

Como showman, participou dos espetáculos "Miele & Juarez Machado" (Sucata, Rio de Janeiro), "Concerto Para Miele & Orquestra" (Hotel Maksoud Plaza, São Paulo), "Miele & Tuca" (Rui Barbossa e Sucata), "Miele no Palladium", com Rosemary, "Elis & Miele" (Teatro Clara Nunes e Teatro Maria Della Costa).

Atuou, ainda, como diretor de projetos especiais no Metropolitan, RJ, e como mestre de cerimônias do Prêmio Molière. Gravou o compacto simples "Miele e Carolina", com a participação de Carol Saboya, registrando as canções "A Menina e a TV" (Rolf Zuckowski), versão de Antonio Adolfo e Jésus Rocha, e "Cirrose" (Daltony Nóbrega e Ana Maria).

Em 1997, apresentou-se, com Roberto Menescal e Wanda Sá, no Mistura Fina, RJ, em espetáculo gravado ao vivo e lançado pelo selo Albatroz no CD "Uma Mistura Fina".

Em 1999 assinou a direção do espetáculo "Vivendo Vinícius", com Carlos Lyra, Toquinho, Miúcha e Baden Powell, apresentado no Metropolitan, RJ. Ainda em 1999, passou a exercer a função de diretor de projetos especiais na Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, onde produziu vários espetáculos, como "Um Brasileiro Chamado Jobim", com Roberto Menescal, Danilo Caymmi, Joyce, Cris Delanno e o conjunto Os Cariocas, "Minhas Duas Estrelas - Pery Ribeiro Canta e Conta - Dalva de Oliveira e Herivelto Martins", "Essa Bahia Chamada Caymmi", com Nana Caymmi, Dori Caymmi e Danilo Caymmi", "Jazz Para As Onze", com o Quinteto Paulinho Trompete e Rio Jazz Orquestra, no qual atuou como crooner, entre outros.


Em 2004 fez espetáculos no Tom Brasil em São Paulo, mostrando pela primeira vez em público o "Hino do Fome Zero" (Roberto Menescal e Abel Silva), cujo DVD foi dirigido por ele, e também publicou o livro "Poeira de Estrelas" (Ediouro). Ainda em 2004, foi responsável pela apresentação do espetáculo "Bossa Nova In Concert", realizado no Canecão no Rio de Janeiro, com a participação de Johnny Alf, João Donato, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Wanda Sá, Leny Andrade, Pery Ribeiro, Durval Ferreira, Eliane Elias, Marcos Valle, Os Cariocas e Bossacucanova. O show contou com uma banda de apoio formada por Durval Ferreira (violão), Adriano Giffoni (contrabaixo), Marcio Bahia (bateria), Fernando Merlino (teclados), Ricardo Pontes (sax e flauta) e Jessé Sadoc (trompete), concepção e direção artística de Solange Kafuri, direção musical de Roberto Menescal, pesquisa e textos de Heloísa Tapajós, cenários de Ney Madeira e Lídia Kosovski, e projeções de Sílvio Braga. Também nesse ano, lançou o livro "Poeira de Estrelas" (Ediouro).

Apresentou-se, em 2005, no Bar do Tom, com o espetáculo "Bênção Bossa Nova", ao lado de Roberto Menescal e Wanda Sá. Nesse mesmo ano, lançou o DVD "Miele, Um Showman Brasileiro - Um Show de Música & Muito Humor" (CID), com festa no Bar do Tom. Ainda em 2005, interpretou o advogado Wexler no seriado "Mandrake" da HBO Brasil, baseado na obra de Rubem Fonseca.

O melhor momento da carreira de Miele foi o musical "Elis". O pior momento da carreira foi o "Programa Cocktail", exibido no SBT de agosto 1991 a agosto 1992. Miele disse em uma entrevista em 2002: "Aquele programa não era muito a minha praia". Ele preferiu esquecer e considerava um programa de mau gosto.

No fim de 2011 atuou no filme "As Aventuras de Agamenon, o Repórter" interpretando o sogro de Agamenon Mendes Pedreira.

Em 2012 atuou na minissérie "O Brado Retumbante" no papel de Nicodemo Cabral, O Senador.

Em 2014, atuou na minissérie "A Teia", no papel do ex-senador Walter Gama. Interpretou o magnata Jack Parker, na novela "Geração Brasil". Ainda em 2014, em agosto, participou da "Dança dos Famosos" no programa "Domingão do Faustão". Interpretou o vizinho garanhão Gustavo Pennaforte, no episódio "Ela é a Dona de Tudo" do sitcom "Trair e Coçar é Só Começar", do canal Multishow.

Seu último trabalho foi na novela "Geração Brasil", atuando como Jack Parker pai de Pamela Parker Marra.

Miele torcia pelo São Paulo Futebol Clube. Foi casado com Anita durante 47 anos e nunca tiveram filhos.

Morte

Luiz Carlos D'Ugo Miele foi encontrado morto em sua casa em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro, na quarta-feira, 14/10/2015. Bombeiros do quartel da Gávea foram acionados para uma ocorrência no local, mas Miele faleceu após sofrer um mal súbito, antes da chegada dos militares.

Segundo Vânia Barbosa, empresária e amiga de Miele e da família, a esposa do artista o encontrou caído no chão do escritório logo pela manhã e chamou os bombeiros, que constataram o óbito ao chegarem em sua casa, em São Conrado. Segundo ela, o mal súbito que acometeu o diretor pegou parentes de surpresa.

O velório ocorrerá a partir das 07:00 hs de quinta-feira, 15/10/2015, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, no Centro, e será aberto ao público. O corpo será enterrado no Cemitério do Caju, às 14:00 hs.

Fonte: WikipédiaG1 e Diário de Pernambuco

Betty Lago

ELIZABETH LAGO NETTO
(60 anos)
Atriz, Modelo e Apresentadora de TV

☼ Rio de Janeiro, RJ (24/06/1955)
┼ Rio de Janeiro, RJ (13/09/2015)

Elizabeth Lago Netto, mais conhecida como Betty Lago, foi uma atriz, apresentadora de televisão e modelo brasileira.

No início da década de 70, Betty Lago foi descoberta pelo fotógrafo Evandro Teixeira, que a ajudou a dar os primeiros passos na profissão de modelo. Sete anos depois, ela tomou coragem e foi tentar a sorte no exterior, passando 15 anos se dividindo entre as principais passarelas da França, Itália e Estados Unidos.

Modelo de carreira internacional, surgiu pela primeira vez na televisão na pele da sofisticada Natália, na minissérie "Anos Rebeldes" (1992), de Gilberto Braga. Diferentemente de outras colegas de passarela, como Mila Moreira, Ísis de Oliveira e Silvia Pfeifer, não precisou de uma fase de adaptação, resultado dos cursos de interpretação que fez, entre 1988 e 1991, já na reta final de sua carreira de modelo. Dois anos depois já era uma das protagonistas da novela "Quatro Por Quatro" (1994).

A parceria bem sucedida com o autor Carlos Lombardi se desenvolveu por diversas outras obras do novelista, como "Quatro Por Quatro" (1994), "Vira-Lata" (1996), "Uga Uga" (2000), "O Quinto dos Infernos" (2002), "Kubanacan" (2003), "Pé na Jaca" (2006) e "Guerra e Paz" (2008).

A atriz estreou como apresentadora de televisão com o programa "GNT Fashion", que também dirigiu durante cinco anos, na GNT. A partir de 2005 passou a ser debatedora do "Saia Justa", no mesmo canal.


Sua estréia no cinema aconteceu em 1976, numa ponta não creditada no filme "Dona Flor e Seus Dois Maridos", numa cena que foi cortada da montagem final.

Em 1998 realmente debutou na sétima arte em "Alô?", de Mara Mourão. Participou ainda de "Xuxa e os Duendes 2 - No Caminho das Fadas" (2002) e "Mais Uma Vez Amor" (2005).

No dia 02/02/2011, assinou contrato de cinco anos com a TV Record, depois de anos na TV Globo. Seu primeiro trabalho na TV Record foi a personagem Marizete, uma empregada doméstica, na novela "Vidas em Jogo", que estreou no dia 03/05/2011.

Em 2013 voltou as novelas interpretando a elegante Stella em "Pecado Mortal" sendo este a sua última novela.

Em 13/11/2014, Betty Lago estreou seu canal de humor no YouTube. Intitulado "Calma, Betty!", o vlog conta com a produção da Paramaker. A atriz também participou de uma esquete da Parafernalha, o episódio "Presépio", dezembro de 2014.

Betty Lago foi casada durante 10 anos com o ator Eduardo Conde, falecido em 2003, com quem teve o único filho, Bernardo, nascido em 1979.

Em 1996, a atriz se casou com o professor de educação física Guilherme Linhares. Atualmente namorava o ator Clovys Torres, que a apoiou na luta contra o câncer.

Doença

Desde que descobriu um câncer no fim de fevereiro de 2012, a vida de Betty Lago passou por uma reviravolta. A apresentadora e atriz se submeteu a uma cirurgia para a retirada da vesícula e foi surpreendida com o diagnóstico de um tumor na região do intestino. Desde então, Betty Lago começou a fazer sessões de quimioterapia e enfrentou cada etapa sem dramas.

"O Giane (o ator Reynaldo Gianecchini, que também teve câncer) virou o meu ídolo. Ele se posicionou tão bem, soube sorrir diante de um momento delicado, fiquei impressionada com a generosidade dele com a mídia, a paciência que ele teve. Isso me ajudou muito".
"Não dá para deprimir, eu consigo ver graça em tudo. Tem que ter pensamento positivo, pensar que as células boas estão combatendo as ruins. Estou na guerra. Estou valorizando ainda mais cada dia da minha vida e evito reclamar das coisas. Mentira, ainda reclamo, sim, mas na mesma hora eu me lembro que preciso parar com isso. Tem tanta coisa boa para viver. Hoje eu me sinto uma pessoa melhor."
(Betty Lago - Em entrevista ao site EGO, da Globo, em 15/11/2012)

Passada a primeira etapa da recuperação, Betty Lago retornou ao trabalho - ela gravou durante 17 dias em Búzios o programa "Detox Do Amor", da GNT, com Léo Jaime - e conseguiu fazer piada sobre os rumores de que teria tido uma recaída e serviço de Home Care. Ela explicou que foi internada na Clínica São Vicente no domingo, 11/11/2012, com quadro de desidratação e gastroenterite, e que deixou o hospital na quarta-feira, 14/11/2012, porque teria que aguardar os resultados dos exames.

"Eu não sei de onde surgem esses boatos. Eu fui ao hospital porque estava me sentindo um pouco tonta, com febre, e até me despedi do meu cachorro achando que ia voltar logo. Mas acabei ficando, porque no meu caso é importante fazer outros exames para saber se está tudo bem, não basta ficar no soro. Como estou num processo de recuperação, não existe esse negócio de entrar e sair do hospital no mesmo dia. Fiz exame de sangue, uma tomografia e os resultados estavam ótimos. Só que meu médico quis que eu ficasse internada para ver tudo isso. Achei até melhor porque eu teria que fazer esses exames dentro de três semanas e já saí aliviada", explicou Betty Lago, acrescentando que a desidratação é resultado do tratamento de quimioterapia.

"Quem está passando por isso sabe como é, sabe o que pode acontecer. Eu sei que é assim, que a minha imunidade está baixa. Mas deixei o hospital da mesma forma como entrei, a pé." 

Morte

No início de 2012, foi diagnosticada com câncer na vesícula, depois de sentir dores enquanto trabalhava na novela "Vidas em Jogo", tendo que interromper as gravações para dar início ao tratamento. Depois de uma cirurgia, começou o tratamento com quimioterapia mas, em abril de 2015 a doença voltou.

Betty Lago morreu na madrugara de domingo, 13/09/2015, no Rio de Janeiro, vítima de câncer aos 60 anos. O corpo de Betty Lago será cremado na segunda-feira, 14/09/2015, às 17:00 hs, na Capela 6 do Memorial do Carmo, no centro do Rio de Janeiro.

Televisão

  • 1992 - Anos Rebeldes ... Natália
  • 1993 - Sex Appeal ... Vicky
  • 1994 - Quatro Por Quatro ... Abigail
  • 1996 - Vira-Lata ... Walkíria
  • 1997 - O Amor Está No Ar ... Sofia
  • 1998 - Pecado Capital ... Mila
  • 2000 - Uga Uga ... Brigitte
  • 2000 - GNT Fashion ... Apresentadora
  • 2002 - Os Normais ... Tarciana (Participação Especial)
  • 2002 - O Quinto dos Infernos ... Carlota Joaquina de Bourbon e Bragança
  • 2002/2009 - Saia Justa ... Apresentadora
  • 2003 - Kubanacan ... Mercedes
  • 2004 - Os Aspones ... Patrícia Sales Santos (Participação Especial)
  • 2004 - A Diarista ... Luciana (Participação Especial)
  • 2005 - Mandrake ... Wanderléa (Participação Especial)
  • 2005 - Bang Bang ... Calamity Jane
  • 2006 - Pé na Jaca ... Morgana
  • 2006 - A Diarista ... Leda (Participação Especial)
  • 2007 - Duas Caras ... Soraya
  • 2008 - Casos e Acasos ... Magali
  • 2008 - Guerra & Paz ... Delegada Marta Rocha
  • 2009 - Caminho das Índias .... Ela Mesma (Participação Especial)
  • 2010 - Cinquentinha ... Rejane Batista
  • 2010 - A Vida Alheia ... Nadia Lenz (Episódio: "O Filme Americano")
  • 2010 - A Vida Alheia ... Nadia Lenz (Episódio: "Uma Noite na Ópera")
  • 2011 - Vidas em Jogo ... Marizete Bastos da Silva
  • 2013 - Pecado Mortal ... Stella Nolasco

Cinema

  • 1976 - Dona Flor e Seus Dois Maridos ... Zizi
  • 1989 - Somos Todos Iguais ... Prostituta 1
  • 1993 - Philadélphia ... Pontas
  • 1997 - Alô? ... Dora
  • 2002 - Xuxa e os Duendes 2 - No Caminho das Fadas ... Algaz
  • 2005 - Mais Uma Vez Amor ... Mendonça
  • 2007 - Xuxa em Sonho de Menina ... Pandora Raquel

Teatro

  • 1976 - A Verdadeira História da Gata Borralheira ... Fada Madrinha

Internet

  • 2013-2015 - Calma, Betty!
  • 2014 - Parafernalha ... Galinha (Episódio: Presépio) - Galinha

Fonte: Wikipédia e EGO

Wilma Bentivegna

WILMA BENTIVEGNA
(85 anos)
Cantora, Atriz e Apresentadora

☼ São Paulo, SP (17/07/1929)
┼ Mogi das Cruzes, SP (02/07/2015)

Wilma Bentivegna foi uma cantora, apresentadora e atriz brasileira. Nascida em São Paulo, desenvolveu carreira na segunda metade da década de 50, realizando gravações de discos e apresentações em rádios e TVs. Foi uma importante cantora no rádio paulista, mesmo não tendo sido uma cantora de popularidade nacional. Especializou-se em gravar principalmente versões de canções estrangeiras de sucesso na época. De estatura baixa, sempre pareceu uma menina, sendo chamada por todos de Wilminha.

Começou sua carreira aos 9 anos no programa "Clube do Papai Noel", de Homero Silva, na Rádio Difusora. Começou depois a atuar em radioteatro na Rádio Tupi, sob direção de Otávio Gabus Mendes e na Rádio Difusora, com Oduvaldo Vianna. Fazia papeis infantis, pois sua voz também era de menina. Foi a caçula da "Caravana da Alegria", que viajou por várias cidades do interior de São Paulo.

Atuou já no primeiro dia da TV Tupi, cantando junto com os Garotos Vocalistas, sendo assim a primeira cantora a se apresentar na extinta TV.

Ganhou muitos prêmios, entre eles o de Atriz Revelação. Participou de algumas telenovelas e do filme "Custa Pouco a Felicidade" (1952) de Geraldo Vietri.

Wilma Bentivegna e Ninon Sevilha em 1954
Em 1954, foi contratada pela gravadora Sinter e gravou com acompanhamento de Zezinho e Sua Orquestra, a guaracha "Me Voy a Morir" (F. Cabrera), e com acompanhamento de Luis Arruda Paes e Sua Orquestra o samba-canção "Chove" (Geraldo Vietri), mais tarde célebre novelista de televisão e roteirista de filmes.

Em 1955, foi contratada pela Rádio Nacional de São Paulo e pela TV Paulista.

Em 1956, assinou contrato com a gravadora Odeon e gravou com acompanhamento de Luiz Arruda Paes e Sua Orquestra o fox "Rififi" (Gerard e Rue), com versão de Haroldo Barbosa, o bolero "Ama-me Amor" (Panzeri e Mascheroni), com versão de Valdir Cardoso.

Em 1957, gravou com acompanhamento de Luis Arruda Paes e Sua Orquestra, as canções "Pollyana" (N. Schultze e B. Balzo), e "Marcelino, Pão e Vinho", da trilha sonora de filme homônimo, composição de P. Sorozobal e P. Sorozobal Jr, versões de Ribeiro Filho, que obtiveram boa repercussão nacional.

Gravou em 1959, com acompanhamento de Waldomiro Lemke e Sua Orquestra, a clássica canção francesa "Hino ao Amor" (Edith Piaf e Monnot), com versão de Odair Marzano, além do samba "Só Tristeza" (Paulo Rogério e Odair Marzano).

Em 1960, gravou com Waldomiro Lemke e Sua Orquestra a fantasia "Minha Devoção" (O. Cesana), e o samba-canção "Vontade de Enlouquecer" (Guerra Peixe e Odair Marzano).


Em 1961 gravou, ainda, com Waldomiro Lemke e Sua Orquestra, as canções "As Folhas Verdes de Verão" (D. Tiomkin e P. F. Webster), com versão de Paulo Rogério, e "Canção do Amor Que Eu Lhe Dou" (Lourival Faissal). Lançou pela gravadora Odeon, o LP "Canção do Amor Que Eu Lhe Dou" no qual interpretou as músicas "Canção do Amor Que Eu Lhe Dou" (Lourival Faissal), "Hino ao Amor" (Edith Piaf e Monnot), "Graças a Deus Você Voltou" (Tito Madi), "Minha Devoção" (Oto Cesana), em versão de Odair Marsano, "Sonata da Despedida" (Wilma Camargo e Élcio Álvarez), "Alvorada de Amor" (Almeida Rego), "As Folhas Verdes do Verão" (D. Tiokim e Paul Francis Webster), em versão de Paulo Rogério, "Eu Sem Você" (Jair Amorim e Evaldo Gouveia), "És Meu Amor" (S. Weyne e A. Silver), com versão de Teixeira Filho, "Sonata de Esquecer Saudade" (Geraldo Cunha e Pery Ribeiro), "Eu, a Tristeza e Você" e "Canção de Quem Espera", de Sebastião Silva.

Em 1962, registrou as canções "Canção de um Triste" (Paulo Rogério e Oldair Marzano), e "Preciso de Alguém" (Paulo Rogério).

Em 2005, o selo Revivendo lançou o CD "Wilma Bentivegna - Hino ao Amor" com 18 interpretações suas, entre as quais, a música título, de Edith Piaf e Margueritte Monnot"Canção de um Triste" (Paulo Rogério e Odair Marzano), "Sonata de Esquecer Saudade" (Geraldo Cunha e Pery Ribeiro), "Vontade de Enlouquecer" (Guerra Peixe e Odair Marzano), "Minha Tristeza e o Mar" (Wilma Bentivegna), "Graças a Deus Você Voltou" (Tito Madi), "As Folhas Verdes de Verão" (Dimitri Tiomkin e Paul Francis Webster), "Canção do Amor Que Eu Lhe Dou" (Lourival Faissal), "Rififi" (M. Philippe-Gerard e Jaques Larue), "Eu, a Tristeza e Você" (Sebastião Silva), "Preciso de Alguém" (Paulo Rogério), "Noite de Amor" (Tchaikovsky) com adaptação de Fred Jorge, e "Marcelino Pão e Vinho" (Pablo Sorozobal).

Morte

Wilma Bentivegna morreu na tarde de quinta-feira, 02/07/2015, no Hospital Ipiranga em Mogi das Cruzes, SP. De acordo com amigos da família, Wilma Bentivegna passou mal em casa e foi hospitalizada, mas não resistiu. O corpo será velado na Câmara Municipal da cidade de Suzano onde residia.

Segundo o Hospital Ipiranga, a cantora faleceu por volta das 15:00 hs, após ter passado por atendimento. Amigo da família, o jornalista Gil Fuentes contou que a causa da morte foi insuficiência respiratória.

"A Wilma já não andava muito bem há algum tempo. Estava com depressão e quase não saia de casa. É uma grande perda porque a Wilma fez sucesso em uma época que era necessário saber cantar. Ela trabalhou com Lima Duarte e participou da inauguração da TV"
(Gil Fuentes)

Discografia

  • 1962 - Canção de um Triste / Preciso de Alguém (Odeon, 78)
  • 1961 - As Folhas Verdes de Verão / Canção do Amor Que Eu Lhe Dou (Odeon, 78)
  • 1961 - Canção do Amor Que Eu Lhe Dou (Odeon, LP)
  • 1960 - Minha Devoção / Vontade de Enlouquecer (Odeon, 78)
  • 1959 - Hino ao Amor / Só Tristeza (Odeon, 78)
  • 1957 - Pollyana / Marcelino, Pão e Vinho (Odeon, 78)
  • 1956 - Rififi / Ama-me Amor (Odeon, 78)

Indicação: Miguel Sampaio

Nico Fagundes

ANTÔNIO AUGUSTO DA SILVA FAGUNDES
(80 anos)
Advogado, Ator, Compositor, Poeta e Apresentador de Televisão

☼ Alegrete, RS (04/11/1934)
┼ Porto Alegre, RS (24/06/2015)

Antônio Augusto da Silva Fagundes, conhecido como Nico Fagundes, foi um poeta, compositor, ator, advogado e apresentador de televisão brasileiro.

Filho de Euclides Fagundes e Florentina da Silva Fagundes, formado em direito, pós-graduado em História do Rio Grande do Sul e mestre em Antropologia Social. Todos os seus cursos foram realizados na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Reconhecido na cultura gaúcha, premiado diversas vezes como poeta, novelista, compositor, autor e ator de teatro, televisão e cinema. Apresentou pela RBS TV, afiliada da TV Globo, o programa "Galpão Crioulo", com uma das maiores audiências da televisão gaúcha.

O "Canto Alegretense", canção cujos versos são de sua autoria, é mais cantado que o próprio hino de Alegrete.

Nico Fagundes é respeitado como autoridade em folclore gaúcho, história do Rio Grande do Sul, antropologia, religiões afro-gaúchas, indumentária do Rio Grande, cozinha gauchesca e danças folclóricas. Além disso, sempre deu a devida importância à dupla ligação da cultura gaúcha com o outro Brasil e com os países do Prata. Tornou-se, assim, com o tempo e apoiado em uma biblioteca preciosa, um estudioso sério, respeitado e aclamado no Rio Grande do Sul, no Uruguai e na Argentina, conferencista bilíngue e autor de inúmeras obras de consulta obrigatória para estudiosos na área.


Entretanto, sua face menos conhecida também é sua face mais antiga, a de poeta.

Em 1954 mudou-se para Porto Alegre, RS, e é como poeta que é apresentado ao 35 CTG, por Lauro Rodrigues, e nunca deixou de fazer verso. Tornou-se amigo e companheiro de Waldomiro Souza, Horácio Paz, João Palma da Silva, Amandio Bicca, Niterói Ribeiro, Luiz Menezes, José Hilário Retamozo, Hugo Ramirez, João da Cunha Vargas, ou seja, a fina flor da poesia gauchesca da época, que frequentava o rodeio do 35 CTG, às quartas de noite e aos sábados de tarde, na Avenida Borges de Medeiros, no quinto andar da FARSUL.

Conheceu então e tornou-se amigo de Jayme Caetano Braun, cujo ingresso no 35 CTG apadrinhou.

Seu encontro, por esta época, com Glaucus Saraiva foi histórico: vinham de uma briga pelos jornais, mas quando se encontraram, foi admiração à primeira vista, uma amizade tão forte que nem a morte de Glaucus conseguiu interromper.

Pelas páginas do Jornal "A Hora" lançou Jayme Caetano Braun e dois moços que estavam aparecendo com muita força: Aparício Silva Rillo e José Hilário Retamozo. O prestígio que emprestava à obra de outros poetas não fez com que descurasse de sua própria poesia.


Nico Fagundes ganhou prêmios e concursos em Vacaria, Alegrete e em Porto Alegre.

Seu primeiro livro de versos chama-se "Com a Lua na Garupa" e o segundo "Ainda Com a Lua na Garupa". O terceiro tem o nome de "Canto Alegretense", nome tirado da canção famosa cujos versos escreveu. Aliás, neste livro aparecem muitas letras das suas canções mais famosas dentre as 370 gravadas e regravadas por vários intérpretes e parceiros.

Nico Fagundes foi um dos fundadores da Confraria dos Cavaleiros da Paz, atualmente Embaixadores da Tradição e do Folclore do Rio Grande do Sul. Aceitou o desafio de um conterrâneo para refazer a cavalo, caminhos antes traçados pela guerra. No dia 01/06/1990, no comando da primeira grande Cavalgada, Nico Fagundes ponteava e soltava o grito "De a cavalo, indiada!", brado que marcaria todas as cavalgadas sob seu comando.

Em 2000, Nico Fagundes sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), mas se recuperou. Em 2010, chegou a ficar em coma induzido após uma infecção geral no organismo. Dois anos depois, voltou à UTI pelo mesmo problema.

Morte

Nico Fagundes morreu na noite de quarta-feira, 24/06/2015, aos 80 anos, no Hospital Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, RS. Ele estava internado há cerca de um mês por conta de uma infecção respiratória e em decorrência de complicações, teve constatada falência múltipla de órgãos. O óbito foi constatado às 21:10 hs na UTI do hospital, informou a instituição. As causas da morte não foram divulgadas a pedido da família.

O corpo de Nico Fagundes começou a ser velado às 8:00 hs de quinta-feira, 25/06/2015, no Salão Negrinho do Pastoreio, no Palácio Piratini, em Porto Alegre, RS. O velório foi aberto ao público, e o sepultamento ocorreu às 18:00 hs, no Cemitério João XXIII, também na capital.

Filmografia

Televisão

  • 1985 - O Tempo e o Vento ... Bento Gonçalves (TV Globo)

Cinema

  • 2001 - Lua de Outubro
  • 2000 - A Cobra de Fogo
  • 1976 - A Quadrilha do Perna Perna Dura
  • 1973 - O Negrinho do Pastoreio
  • 1971 - Ana Terra

Fonte: Wikipédia